Atriz, comediante e astróloga
Cris Pompeu é atriz e comediante, e estuda astrologia como ferramenta de autoconhecimento.
Transcrição do áudio do episódio.
Eron Falbo: [0:00] Sejam bem-vindos, meus amigos! Aqui quem fala é o narrador de suas mais intensas emoções, Eron Fauborg. E agora, vamos sair dos nossos tempos. Honramos as quatro direções, leste e oeste, norte e sul. E também honramos a quinta direção, a direção vertical, que leva a gente dentro de si. Todo grande artista molda a arte à sua imagem. Vitor Hugo. Ei, Al Capone Vê se se orienta Assim dessa maneira, nego Te cargo não aguenta Eu sou astrólogo Eu sou astrólogo Vocês precisam acreditar em mim, eu sou astrólogo!
Eron Falbo: [1:10] Eu sou astrólogo e conheço a história do princípio ao fim! Senhoras e senhoras, a aprendiz de feiticeira Cristiana Pompeu!
Cris Pompeu: [1:25] Ô,.
Eron Falbo: [1:30] Cristiana, beleza?
Cris Pompeu: [1:32] Beleza! Gente, que introdução maravilhosa! Que show! Obrigada, adorei! Tem até uma música tema!
Eron Falbo: [1:42] Valeu, valeu! Obrigado pelo elogio da minha introdução, mas não é tão legal quanto o seu pijama. Que você revelou no... Troquei, troquei.
Cris Pompeu: [1:52] A parte de baixo ainda tá. A ideia é do pijama, mas daqui pra cima, ó... Me sinto mais seguro.
Eron Falbo: [1:58] Sabendo que a parte de baixo já é familiar pra mim. Mas sério, eu adoro pijama, cara, porque pijama é uma coisa que tá morrendo, né? A arte do pijama. Não é todo mundo que... As pessoas dormem peladas, as pessoas estão usando qualquer camiseta. Pô, antigamente todo mundo usava pijama e era uma coisa óbvia. Então adorei que você usa pijama.
Cris Pompeu: [2:23] Né? Eu acho que muitos jornalistas, inclusive apresentam assim, numa bancada de jornal, da cintura pra baixo tá de chinelo, tá de cirola e daqui tá com pé. Não tem problema, né? O que importa é daqui pra cima. A gente tá... Tá enquadrado aqui.
Eron Falbo: [2:39] Cristiano, me conta um pouquinho da sua trajetória, que você é atriz, e recentemente você começou a fazer uma parada com astrologia. É isso que eu fiz na música no começo, porque achei que... Faz sempre que eu tô querendo cantar essa música. Eu achei que era um bom momento.
Cris Pompeu: [2:57] Então, você sabe que eu não tô te vendo, né? Eu fui clicar em alguma coisa aqui e eu tô só ouvindo tua voz. É normal isso? É isso mesmo?
Eron Falbo: [3:05] Não, não é normal não. Você pode clicar, tem uns quadradinhos no canto superior direito. Aí você vai... Eu vou aparecer aí se tudo der certo.
Cris Pompeu: [3:16] Ih, tô clicando, mas...
Eron Falbo: [3:18] Não apareceu?
Cris Pompeu: [3:19] Uns quadradinhos, não apareceu.
Eron Falbo: [3:21] Ué, eu não tô sendo enviado pra ela? Não, tem algum quadradinho aí no canto superior direito, superior, em cima da tela.
Cris Pompeu: [3:32] Não tô te vendo, só tô te ouvindo, de verdade.
Eron Falbo: [3:35] Vai ter uns quadradinhos, você clica. Mas ok, então não vale a pena me ver de qualquer jeito.
Cris Pompeu: [3:40] Que absurdo! Tudo bem, vamos fazer de conta que é um... Mas eu tô aqui no Insta, eu tô vendo com o Zileio, eu tô com o celular aqui, mas tu tá...
Eron Falbo: [3:48] Ah, tá bom, se você olhar o Insta é bom até porque você pode ver as pessoas que estão falando com a gente e tal. Interessante também.
Cris Pompeu: [3:56] Então, fala de novo.
Eron Falbo: [3:58] Eu queria saber sobre sua trajetória que você... Eu ouvi de você mesmo, né? Você é atriz, mas recentemente você começou um trabalho como astróloga. E é por isso que eu fiz a música. Eu sou astrólogo, tem tudo a ver. Conta um pouquinho.
Cris Pompeu: [4:14] Então, assim, na verdade eu sou meio... Eu gosto e me interesso por muitas coisas, assim. Eu fui estudar Astrologia nos meus vinte e poucos anos, assim, porque eu comecei... Eu tive um crush num menino no colégio por 14 anos. Começou assim, aquela que vai do início. E aí eu comecei a ler tudo, eu queria saber o signo dele, eu queria saber tudo sobre ele. Aí eu comecei a ficar muito encantada com a Astrologia, já nem lembrava mais dele, e aí eu queria só saber de Astrologia. Aí com uns vinte e poucos anos eu fui fazer um curso profissionalizante mesmo, curso de alguns anos, de uma mestra chamada Ana Maria Costa Ribeiro, ela é uma autoridade em Astrologia do Brasil. Virei astrola, fui estudando, comecei a fazer mapa paralelamente a teatro, entrei para uma banda, comecei a cantar, comecei a compor, então foi tudo sempre muito paralelo assim, porque na minha casa tem essa...
Eron Falbo: [5:05] Fazendo mil coisas ao mesmo tempo. Qual é o seu signo?
Cris Pompeu: [5:08] Virgem, virginiana, mas aí o regente é mercúrio, tem uma polivalência aí também. E essa coisa mística, essa coisa mãe crise, isso na minha casa é muito assim, minha mãe jogava tarô quando eu era criança, eu também jogo tarô e aí tem uma Tem um clanque, tem um... Uma coisa de bruxaria aqui, de linhagem familiar, entendeu? Então assim, tem muito, eu sempre me interessei, sempre gostei, modéstia à parte eu sou boa, eu tenho, rola uma intuição, eu acho que é tudo assim, todo mundo tem um pouquinho de, assim, a gente não é uma coisa só, a gente não é uma ciência exata, então assim, acho que é tudo, a sensibilidade também faz parte, a criatividade não deixa de ser uma canalização, um canal aberto.
Eron Falbo: [5:52] Mas você acredita que dá certo mesmo a astrologia?
Cris Pompeu: [5:55] Eu tenho certeza, eu não acredito. Sabe por quê? Eu vou te falar. Porque quando eu fui estudar, apesar de eu ter esse lado místico assim, eu sou muito cética, até que me provem o contrário. Então, como é que minha professora fazia? Você levava vários mapas de pessoas que você conhecia. Por exemplo, hoje nós vamos falar de um aspecto que é Vênus conjunção Saturno. Então você tá ali com alguns mapas, alguns exemplos, inclusive de pessoas que você conhece, né? E aí você começa a ver... Na prática, o quanto aquilo se aplica, assim, o quanto é real. Por exemplo, vou dar um exemplo. Meu pai é ariano e a minha mãe ficava muito chateada que ele andava na frente, assim. Ela falava, olha lá, tá todo mundo aqui, a gente andando, ele já tá lá, já tá na esquina. Depois eu fui entender, gente, ariano é o signo de Ayrton Senna, entende? Rubinho Barrichello, por sua vez, é um capricorniano. Saturno é um planeta lento que pede paciência. Então, desculpa. Eu acho que ele pode ter muita paciência e persistência.
Eron Falbo: [6:54] É só uma piada recorrente no mundo dos astrólogos ou é você que inventou?
Cris Pompeu: [6:59] Isso é uma coisa que eu lembro de me atentar pra isso. Querido, vai tentar, mas não vai ser.
Eron Falbo: [7:06] Cristiana, antes de a gente entrar nos assuntos mais polêmicos, que eu tô muito afim de entrar, a gente podia brindar. Você tá com vinho aí ou não?
Cris Pompeu: [7:19] Ah é, tem coisa do vinho. Você quer que eu pegue? Eu posso pegar.
Eron Falbo: [7:22] Quero, pega lá, não tem problema não.
Cris Pompeu: [7:23] Vou pegar.
Eron Falbo: [7:24] Um segundo, peraí. Faço questão, senão eu não posso beber sozinho.
Cris Pompeu: [7:26] Peraí, peraí. E.
Eron Falbo: [7:34] Eu preciso beber, né gente? Eu descobri recentemente que eu sou um alcoólico, eu não sou alcoólatra. Otavinho, hoje você não tá rindo de nada, o que aconteceu? Tá nervoso? Por causa do seu momento aí que você vai viver?
Cris Pompeu: [7:56] Ah, voltei. Aqui, ó. Tinha esse detalhe, eu esquecia. E olha que Virginia é uma detalhista. Mas aqui, até aqui. Pronto.
Eron Falbo: [8:07] Um brinde à sua carreira como astróloga e à sua carreira como atriz.
Cris Pompeu: [8:12] Saúde pra todos nós, que é muito importante agora, né? Saúde, equilíbrio. Tchim, tchim, eu não tô vendo se você brindou.
Eron Falbo: [8:21] Ah, desculpa, claro que você não tá vendo. Eu fiz um brinde bem assim pra você, bem na câmera.
Cris Pompeu: [8:27] Ah, brinde, ó. Brinde, gente, pra todo mundo que tá aí. Obrigada pela presença. E que sucesso, né? Olha, eu queria elogiar. Você tem uma equipe, você manda um equipamento. Gente, que coisa profissional. Arrasou, arrasou. Qual é o seu signo? Isso é coisa de gente...
Eron Falbo: [8:45] É coisa de gente com baixa autoestima pra poder cobrir vários outros erros que eu tenho na minha personalidade, então tento pelo menos...
Cris Pompeu: [8:53] Não, arrasou. Arrasou na equipe, arrasou no cuidado.
Eron Falbo: [8:57] Obrigado, querida. Obrigado. Então, vamos continuar a sua história de astrologia. O que me interessei na verdade é porque você recentemente levou isso mais a sério. O que houve? Qual a diferença? Eu entendi que sua família é meio cigana, você tem isso já no sangue, etc, mas o que clicou na sua cabeça que vou fazer o que eu sempre quis fazer ou algo assim?
Cris Pompeu: [9:22] É, na verdade, foi a pandemia, assim, porque eu me vi em casa, eu tinha assinado um contrato, eu ia fazer uma novela, eu acho que todo mundo passou meio que por um reajuste de rotina, de o que vai ser feito, como eu sempre fiz isso em casa e de possibilidade de fazer isso online, eu comecei a me aprofundar um pouco mais e eu lancei um livro de astrologia para crianças em 2018, chamado Brincando de Astrologia. E, de uns tempos para cá, eu comecei a fazer uns mapas de umas crianças e, junto, eu estou enviando livro. Então, eu comecei a poder trabalhar em casa e aí eu voltei a mergulhar mais nisso, mas sempre fez parte.
Eron Falbo: [10:04] E as crianças são mais fáceis de ler porque elas estão mais próximas da data do nascimento?
Cris Pompeu: [10:11] Não.
Eron Falbo: [10:13] Não tem nada a ver.
Cris Pompeu: [10:14] A gente é o nosso mapa a partir do momento que a gente respira o primeiro ar. Aquele céu, aquela formatação vai reger a gente. Então a gente é regido, influenciado por aquela configuração astrológica desde que a gente nasce.
Eron Falbo: [10:28] A gente não vai mudar na Dona Tia Vida? A gente não vai ter outras influências?
Cris Pompeu: [10:32] É óbvio que o mapa de uma criança se analisa diferente, porque ela ainda não tem relacionamento, ela ainda não tá com uma profissão definida. Ela é um ser, uma página meio que em branco, mas tem muita coisa ali já, por exemplo, experiências familiares que ela vai passar. Qual a facilidade, qual o potencial, o tipo de temperamento, por exemplo, extrovertida. Eu, recentemente, eu peguei uns vídeos meus de criança, eu tava até, ia fazer um TBT hoje, acho que quando acabar a live eu vou postar. Eu, criança, sempre na frente da câmera, sempre fazendo palhaçada. E meu pai, sai daí! E tipo, é um ascendente em leão. Então a gente é muito, é um ascendente em leão, né? Que quer tá no palco, quer... A gente é muito precoce em algumas coisas que são muito naturais desde cedo. Uma criança que tem um gêmeo esporte, você, por exemplo, é jornalista, de repente gosta de se comunicar, tem um mercúrio forte, enfim, isso aparece muito cedo. Mas aí a forma como você vai aprimorar depende das suas escolhas, do teu líder-bito. Mas os potenciais estão ali. Os desafios estão desde cedo também, entendeu?
Eron Falbo: [11:29] Entendi. Eu acho que a gente deveria tentar consertar o problema aí do vídeo, pra você poder me ver, porque eu acho que eu tô fazendo uns gestos aqui super importantes. Com a boca, com a cara. E também, gente, se vocês puderem tirar a minha voz pra eu não me ouvir, por favor. Nem que vocês tenham que tirar o meu microfone do monitor, porque vocês conseguem me ouvir minha voz de qualquer jeito, né? É... Ótimo saiu e também abaixar o monitor no geral é... Que tá um pouquinho alto conseguiu alguma coisa aí ou não? Que que ela aperta Mari?
Cris Pompeu: [12:08] É... Eu... Ela tem que apertar na.
Eron Falbo: [12:11] Direita aqui na direita? Tem uma... Não tem como você botar um pin?
Cris Pompeu: [12:19] Então eu vou tentar tirar pra ela.
Eron Falbo: [12:22] E botar de novo é... Vamos ver Ou se não, põe para apresentar, põe para apresentar e põe para apresentar a tela aqui. Mudou alguma coisa para você?
Cris Pompeu: [12:38] Para mim não mudou nada, eu estou tentando aqui achar.
Eron Falbo: [12:43] Você quer, acho que uma coisa que vai funcionar é se você sair, dar um reload na página, sair e entrar de novo.
Cris Pompeu: [12:50] Eu?
Eron Falbo: [12:50] É, sai, aperta o botãozinho de desligar e volta. E aí, funcionou? Funcionou? Ah, moleque!
Cris Pompeu: [13:07] Tá com um delayzinho, mas foi.
Eron Falbo: [13:09] Ah, beleza. Pelo menos você me vê.
Cris Pompeu: [13:10] Sim.
Eron Falbo: [13:11] Olá, prazer. Sou o Eron.
Cris Pompeu: [13:12] Ah, prazer, Eron. Olha que chique.
Eron Falbo: [13:16] Seja bem-vinda. Vamos começar tudo de novo.
Cris Pompeu: [13:21] Vamos lá, vamos lá.
Eron Falbo: [13:22] Então, você tá escrevendo um monólogo. Me conta sobre isso. Como é que é esse monólogo?
Cris Pompeu: [13:27] Sim, eu estou escrevendo um monólogo e ele fala muito sobre a minha trajetória e como esse momento que a gente está vivendo está gerando uma crise, uma crise de direção de vida e um questionamento, pelo menos em mim, acho que em muitos artistas, um questionamento em relação o que eu fiz da minha vida, o que eu fiz até aqui, sabe? O que me levou pra chegar a esse momento e será que o que eu construí... Você começa a fazer uma reavaliação de tudo, das suas escolhas, dos seus erros, entendeu? E, assim, eu resolvi botar isso no monólogo também. E tem humor, ele tem personagens e reuni muita coisa, porque eu sempre escrevi, compus, música, fiz muita coisa autoral, mas eu nunca botei isso pra jogo, assim, sempre... Trabalhei em produções prontas. Fiz alguns musicais com o Miller e o Botelli. Eu estava sempre gravando no Zorro, fazendo algum trabalho na TV. E eu deixei o meu autoral de lado. Agora eu estou sentindo uma necessidade muito grande de tirar da gaveta.
Cris Pompeu: [14:29] Eu acho que é muito importante a gente trabalhar. A gente está no mercado, mas você tem a tua assinatura, o seu autoral.
Eron Falbo: [14:38] Eu acho que a pandemia trouxe muito isso pra gente no geral, essa coisa de olhar pra dentro de si, porque a gente ficou enclausurado e foi obrigado a... Literalmente não ter distrações, não ter um estímulo externo. Isso causa um olhar para dentro dos próprios desejos, dos próprios anseios, inquietações. E eu acho que muita gente está fazendo isso. Eu mesmo comecei a fazer esse programa, que é uma coisa que eu nem sabia que eu deveria estar fazendo, mas eu deveria estar fazendo isso desde que eu nasci, praticamente, porque é uma coisa que me dá muita autorrealização. E tem tudo a ver com os meus interesses. E eu só descobri isso por causa da merda da pandemia, entendeu? Então, assim, é aquele mal que vem pra bem, né? Que eu acho que também é muito importante a gente ver o lado bom, né? Apesar de não, vamos dizer, relativizar o sofrimento de tantas pessoas e tudo mais.
Eron Falbo: [15:41] Todo mal, eu acredito nesse mundo, que eu tenho fé nisso, todo mal tem um bem forte, escondido ou aparente, mas se as pessoas não estão enxergando, eu acho que é importante isso, porque senão a gente fica muito pesado vivendo só a parte mal.
Cris Pompeu: [15:58] Não, com certeza. Ninguém vai sair do mesmo jeito. Ninguém sai de uma situação tão extrema como essa sem ser afetado internamente ou com fatores externos. A gente está passando por uma certa... É uma espécie de uma iniciação, uma coisa, uma guerra. Isso gera muitos conflitos internos, muitas coisas. Então a gente se vê obrigado mesmo a reavaliar a nossa vida. As coisas mudam muito de perspectiva.
Eron Falbo: [16:28] Total, e aí você durante esse tempo, foi durante a pandemia que você decidiu desarquivar ou tirar da prateleira coisas autorais, resolveu levar mais a sério o seu lado místico?
Cris Pompeu: [16:44] Com certeza, com certeza, porque não tem outro jeito muito assim, eu te confesso que eu sou meio Roda a prenda, assim, sou meio acomodada. Não é acomodada, eu sempre corri muito atrás das coisas, mas assim, em relação às minhas coisas autorais, eu sempre adiei um pouco isso.
Eron Falbo: [16:59] Eu sei exatamente do que você tá falando, eu demorei... Nossa, muito! Você tem ideia? Eu tenho um disco que eu... Que foi gravado com Bob Johnson, que é o produtor do Bob Dylan, Simon Garfunkel, Leonard Cohen, Johnny Cash, o único cara que produziu todos esses caras. Eu fui o último disco da carreira dele e até hoje não lancei esse disco por causa de perfeccionismo.
Cris Pompeu: [17:23] Então, eu tenho um disco gravado com arranjos do Fernando Caneca, percussão da Lan Lan, Arthur Maia no baixo, músicas autorais, Eu nunca lancei, eu estou para lançar também, eu estava vendo ainda questões burocráticas, eu sou muito ruim em questão burocrática, sabe? Botar em edital, pegar um número que você tem que estar no e-card, essas coisas chatas e a gente quer criar, a gente tem facilidade para criar, mas para assim, levar adiante, realizar, tem uma.
Eron Falbo: [17:51] Parte chata que Olha, eu sou peixes, ascendente sagitário, lua em sagitário, na verdade eu sou 78% sagitário, todos os meus planetas são sagitários praticamente.
Cris Pompeu: [18:07] Eu não acredito em astrologia, gente.
Eron Falbo: [18:09] Ué, eu não falei isso. Eu perguntei se você acreditava. Eu não falei que eu não acreditava. Você quer minha visão? Eu vou te dar minha visão sobre a astrologia. Eu acredito que é meio evidente que os astros controlam as nossas vidas. Por quê? Porque tem... Tudo o que acontece nessa Terra, as estações, o ciclo menstrual da mulher, tem uma série de coisas que a gente sabe que são alinhadas umas com as outras, então acho que é meio até burrice, até cientificamente falando, é burrice você não acreditar que os astros regem cada detalhe da vida nessa Terra. Agora, o meu questionamento são os astrólogos, não a astrologia. Como que os astrólogos carregam essa tradição, vamos dizer, sendo que historicamente é uma tradição totalmente quebrada, não é uma coisa que passou de geração em geração, de uma maneira coerente, de uma maneira fixa, de uma maneira falsificável, no sentido de que como que a gente como é que a gente vai verificar a autenticidade, a veracidade das interpretações e tudo mais.
Eron Falbo: [19:37] E é uma arte que necessita muita acuridade, acuracidade. Tipo assim, tem que ser muito acurado.
Cris Pompeu: [19:49] Sim, com certeza. Eu vou te falar que você está certo, porque Não se trata de uma ciência exata, não é matemática, né? 2 É 2, 2 mais 2 são 4. Mas eu vou te falar que é uma ciência, sim. Então, com certeza, muitos profissionais, assim como em toda profissão, em toda ocupação, desmoralizam um pouco a astrologia. Mas ela é muito precisa em se tratando de fatos e ela está há milhares de anos assim. Você pode, sim, prever alguns acontecimentos. Vou te dar um exemplo. Eu tive uma perda recente financeira, aquilo estava traçado, estava marcado. Tem coisas que você pode...
Eron Falbo: [20:27] Não, mas retrospectivamente isso é fácil. O que eu não vejo na prática são os gigantes astrólogos renomados mundialmente se colocando para jogo falando, ah tal coisa vai acontecer e por isso e dar datas e coisas do tipo e a coisa realmente acontecer. Na prática, a gente não vê isso.
Cris Pompeu: [20:46] Vê, sim. É porque eu acho que não sei se se acompanha tanto.
Eron Falbo: [20:49] Eu já vi, tipo, no Austradamos, coisas do tipo, acertarem uma de dez coisas, entendeu? Assim eu também acerto.
Cris Pompeu: [20:57] Não, mas olha, eu vou te dar um exemplo. Essa pandemia foi marcada, sim, por uma grande conjunção, muito parecida com uma conjunção que houve lá quando teve a Segunda Guerra, Quando teve a gripe espanhola, né? E a gente vai entrar, a partir de fevereiro e março, também numa configuração que traz um certo alento nesse sentido. Existem vários tipos de interpretação de astrologia. A astrologia própria para o indivíduo, uma astrologia empresarial, quando você vai abrir uma empresa. Existe a astrologia mundial, que você vê aquilo de uma forma mais ampla. E tem muitos astrólogos, sim, que pontuaram a pandemia como um grande acontecimento.
Eron Falbo: [21:37] Mas eles pontuaram várias coisas consistentemente? Porque assim, quando você pega 100 astrólogos pontuando uma série de coisas, e um fala, não, esse ano vai ser muito tranquilo, e outro fala, esse ano vai ser muito turbulento. O cara que fala, vai ser turbulento e acontece a pandemia, é tido como um grande profeta. Só que alguém falou, vai ter uma epidemia mundial? Vai ter um vírus que vai se espalhar pelo mundo?
Cris Pompeu: [22:02] Uma situação de crise, porque assim, astrologia não é uma bola de cristal, nesse sentido que você tá... Eu sei que você tá querendo uma precisão de...
Eron Falbo: [22:11] Eu não tô querendo, o que eu tô... E antes da gente, assim, vamos dizer, criar um qualquer tipo de clima, eu quero que você entenda que eu sou a primeira pessoa a favor de ocultismo, de misticismo, eu estudo pra caramba, eu sou tarólogo, você precisa acreditar em mim, Eu sou tarólogo. Não sei se você viu nos meus stories, acabei de botar na parede o tarô Viscontes Forza, que é o tarô mais antigo da humanidade. Isso para mim não só é muito importante, como eu acho que todo mundo deveria estudar astrologia, deveria estudar tarô, porque é um portal para o inconsciente humano muito grande. O que eu questiono é o oráculo, é o uso de previsões futuras, você para autoconhecimento, para autoestudo, eu acho importantíssimo.
Cris Pompeu: [23:10] Não, realmente tem muitos equívocos em termos de previsões, inclusive horóscopo de jornal, ele não é preciso porque você para fazer uma previsão de todos os signos não procede, você tem que pegar o mapa do indivíduo. O seu mapa astral não é só o seu signo solar. Eu tenho que ver o que está transitando, o que está fazendo aspecto com os seus mapas pessoais, os seus mapas natais, os seus planetas natais. Eu tenho que fazer direção progredida, revolução solar. Então, assim, são várias técnicas de previsão do indivíduo. Não existe você falar assim, todos os pessoal do signo de virgem vai ter.
Eron Falbo: [23:48] Um É, mas você concorda que praticamente a astrologia moderna é praticamente isso, né? As pessoas ficam, pô, no máximo ascendente e lua, né? Quando as pessoas querem demonstrar que elas estudaram um pouquinho mais. Aí falam, não, meu ascendente é tal. Então, lógico, tipo assim, a pessoa não consegue se concentrar na aula e fala, não, mas é porque minha lua não me permite concentrar porque eu sou naturalmente desconcentrado e não tenho esperança. Porque eu vou sempre fracassar e, na verdade, ela só está no curso errado. Só que se ela estivesse fazendo arquitetura, talvez ela ia concentrar um pouco mais.
Cris Pompeu: [24:24] Com certeza. Com certeza. Não. Tem sim você ver vários aspectos, mas as pessoas simplificam demais. Não é tão simples. É muito complexo. O mapa você tem que pegar e ir fazendo um trabalhinho de costura. Tem o signo ascendente, a luz, planetas, as casas, os aspectos, isso tudo.
Eron Falbo: [24:42] E outra coisa, não te incomoda, isso também é uma pergunta honesta, sincera, não te incomoda a questão da identificação com algo que você não tem nenhum controle? Tipo assim, eu sou assim porque eu nasci em tal aspecto, etc. E por isso eu não tenho muito controle sobre isso. Eu não tenho como fazer nada.
Cris Pompeu: [25:10] As coisas que a gente realmente não tem, a gente tem questões que a gente não tem controle. Mas isso eu acho que a gente tem em livre arbítrio. E se você tem consciência, a astrologia é uma ferramenta pra você se esforçar pra mudar aquilo aqui.
Eron Falbo: [25:25] Ué, mas você pode mudar se você nasceu com aquela parada?
Cris Pompeu: [25:29] Olha só, por exemplo, se você nasceu numa família que te desafia no sentido de você se sentir muito sozinho, você ter muitos conflitos, você tá sendo desafiado por fatores externos, você nasceu numa família que te gera conflito. Agora, como que você vai reagir a isso? Ou você vai virar uma pessoa, por exemplo, vou dar um exemplo, você vai usar isso pra virar uma pessoa mais bélica ou conciliadora? Entende? Então são opções. O má pastral de um psicopata é muito semelhante ao má pastral de um grande psiquiatra. São pessoas que sabem manipular a mente humana. O má pastral de um açougueiro é muito parecido com o de um cirurgião. Vai ter um marte forte, ele vai gostar de mexer com faca. Estou dando exemplos bem trastes. Mas são escolhas, são experiências.
Eron Falbo: [26:16] Aí você está falando sobre o positivo e o negativo, só que a tendência é aquela. E se, por exemplo, eu nasci com um mapa astral de um açougueiro e eu quero ser um psiquiatra, e eu luto com todas as minhas forças para desenvolver isso, porque eu sinceramente não só já vi isso, como eu mesmo na minha vida já fiz isso muitas vezes. Eu já ganhei do meu mapa astral 200 vezes, tanto que eu tive que mandar de volta para a fábrica, falando, tá com defeito meu mapa astral porque não é possível, isso aqui eu tô fazendo de diferente.
Cris Pompeu: [26:49] Eu posso olhar seu mapa, a gente olha um dia, a gente faz uma live só para olhar teu mapa.
Eron Falbo: [26:54] Que isso, total, vamos fazer isso. Eu adoro Nesco.
Cris Pompeu: [26:57] Porque eu adoro fazer a pessoa, eu adoro, porque assim, a astrologia ela é.
Eron Falbo: [27:04] Muito Eu tô com você Cristiano, eu acho que uma pessoa, um ocultista, alguém que estuda o oculto, as coisas desconhecidas e é honesto de fato, sempre vai ter essa abertura, sempre vai ser, pô, eu quero ser desafiado mesmo porque o meu compromisso é com a verdade e não com a minha identificação atual. Então eu tô com você nisso. Agora deixa eu te contar uma história que eu estudo bastante Cabala. Cabala é meu carro chefe de... Aquela coisa que você sempre tem que ter uma língua que você fala um pouco melhor.
Cris Pompeu: [27:38] Eu vou fazer o seguinte, eu vou dar uma olhada no teu mapa agora. Pode falar o disso? Pode falar.
Eron Falbo: [27:42] 12 De março de 1985. Você nasceu em 2021, de acordo com o meu dossiê.
Cris Pompeu: [27:51] 2021?
Eron Falbo: [27:52] Não, o pessoal errou aqui.
Cris Pompeu: [27:55] Fala que horas você nasceu. Não, não vou.
Eron Falbo: [27:57] Não, não fala o seu não, precisa não. Abafa, abafa. Abafa, abafa. Eu nasci dia 12 de março de 1985 às 11h50 PM. 23H50. No hospital São João de Brasília, DF, Distrito Federal, na AsaSul. AsaSul Pride!
Cris Pompeu: [28:27] Tá bom. Ótimo, vamos lá. Você é peixe com ascendente sastário, com rua e sastário. Você tem um murão conjunto à rua. Você precisa muito de liberdade emocional, né? A tua casa, a tua família te deu muita liberdade. Te estimulou muito a buscar, a se livrar, a ser livre, né? E muitas mudanças drásticas desde a infância, né? Uma casa quatro em peixes... Ué, mas.
Eron Falbo: [28:54] Você tá lendo Minha Família ou lendo...
Cris Pompeu: [28:56] Não, eu tô vendo aspectos do seu mapa, né? A sua família tem uma espiritualidade forte, deve ter uma questão espiritual e a questão artística, de estimular esse mergulho, porque assim, um sol de casa quatro, você é muito apegado à família, você tem um sol de casa quatro, né? Apesar de ser livre, de gostar de se expandir, viajar, você tem uma coisa que precisa ter a tua raiz, as tuas raízes bem fortes, assim, bem preservadas, né?
Eron Falbo: [29:21] Aham.
Cris Pompeu: [29:24] Mas aí, daqui a pouco a gente volta para o teu mapa. Continua o que você estava falando e aí me pergunte.
Eron Falbo: [29:28] Não, beleza, beleza. Vai dando uma meditada no meu mapa.
Cris Pompeu: [29:33] Não, eu quero que você me questione. Você falou assim, eu quero me devolver o meu mapa.
Eron Falbo: [29:35] Eu quero te questionar. Eu quero muito te questionar. Você está pronto? Não, eu vou te contar uma história que eu adoro e, na verdade, eu até, assim, nem que fosse, precisa a arte dos astrólogos hoje em dia. Sinceramente, assim, os astrólogos não me convencem. Eu estou, tipo, sendo aberto com você. Não me convençam porque é uma... Vou explicar duas coisas. Hoje o Neil deGrasse Tyson, o cientista, eu estava vendo uma entrevista com ele. Que ele estava falando que um dia conversou com um astrólogo e estava falando que todos os Kenedys foram assassinados durante uma eclipse. Aí ele, como ele é astrônomo, ele sabia exatamente quando eram as eclipses. Ele sabia quando os Kenedys foram assassinados. Ele falou, não foram. Era uma coisa que a pessoa estava usando como evidência de alguma coisa para mostrar alguma coisa do mapa astral dos Kenedys. Aí ele falou, simplesmente não foram. Aí a mulher falou, ah não, mas eclipse conta duas semanas pra frente ou duas semanas pra trás da eclipse em si.
Eron Falbo: [30:42] Aí é assim que eu vejo astrólogos, é uma coisa que é duas semanas pra frente, duas semanas pra trás, é uma coisa tão ambígua que tipo... Tipo assim, você pode dizer, ah não, mas porra, é no mês de uma eclipse. Beleza, mas assim, se você for pegar os outros assassinatos e outras coisas que tiveram evidências similares a essas do Kennedy, eles estão pegando, na verdade, esse caso do Kennedy, que, by the way, teve eclipses durante... Perto dos assassinatos, e estão usando isso como evidências contra, na verdade, isso, tipo... Se você pegar 10 casos de mapas astrais similares, onde... Eu tô ainda entregando a possibilidade. Se for mesmo duas semanas pra frente, duas semanas pra trás da Eclipse, beleza. Mas só tem um caso. Isso é fácil você pescar retrospectivamente. Entendeu? Você falar, agora que eu sei do fato, eu olho pra trás e falo, pô, tal pessoa é tipo com Nostradamus.
Eron Falbo: [31:42] Alô? Eita, nós. Caiu alguma coisa lá. Eu tô indo ao vivo? Eu tô ao vivo?
Cris Pompeu: [31:51] Vamos.
Eron Falbo: [31:57] Ver se o público quer... Público, você quer dizer alguma coisa sobre astrologia? O que você acha da astrologia?
Cris Pompeu: [32:06] Travou.
Eron Falbo: [32:07] Travou. Você quer sair e tentar entrar de novo? A Larissa Lima, do Rio de Janeiro, mandou uma carta dizendo, eu amo a astrologia, Leonina aqui amando o assunto. Valeu Larissa Lima, beijos! Alô, tá travando? Mas o meu não tá travando? Eu queria saber do público, quem aí é de Nova Iguaçu, da caravana de Nova Iguaçu? É Nova Iguaçu ou Nova Iguaçu? Nova Iguaçu! Alô, alô!
Eron Falbo: [33:19] Bom, vamos esperar nossa querida convidada... Voltar. Alô? Travou, tá travando. Não tem problema não, tome seu tempo aqui, vou ficar contando piadas inéditas. Tavinho, você tá tão sério hoje, cara, que que é isso? Puta que pariu. Aí a Larissa Lima acha que isso aqui é um show de astrologia. Ela tá falando, falem mais das personalidades de cada signo. Queria entender mais sobre Lua em Leão. Larissa, eu recomendo youtube.com, colocar Lua em Leão. Esse aqui é uma coisa pra gente discutir coisas fora da caixa. Mas muito obrigado pela participação no programa. Volte sempre. Essa é boa, como ir em um assolo de confiança? Essa é uma boa pergunta. Indicação de um, por favor. Bom, a gente tem aqui nossa amiga Cristiana Pompeu.
Eron Falbo: [34:21] Cara, que nome! Sobrenome maravilhoso. Só não é tão bom quanto aquele Draco, né? Qual o nome daquele Drago? E é quase tão bom quanto Pequito. Paquito. Gente, a gente tem aqui o Otávio Paquito. Vem aqui, Otávio. Vem aqui, Otávio. Vem aqui. Vem. Apareça aqui pra gente. Estamos tendo problemas de internet. Porque é normal, gente. É super normal. A gente já teve problemas de internet, a gente já teve tuberculose, a gente já teve um monte de coisa diferente aqui no programa. A gente já teve muitos convidados.
Eron Falbo: [35:23] Gente, eu queria então me abrir pra vocês. Eu sou homossexual. Só que eu tô tão dentro do armário, mas tão dentro do armário, que eu só gosto de mulher. Impressionante. É um armário muito grosso, esse armário onde eu me encontro hoje. É muito grande e grosso, o armário. Gente, não sou bom de piada, entendeu? Eu queria que vocês me ajudassem, convidados, amigos. Aí, a Larissa falou, ui, gostei. Larissa participativa. Cadê o Zé? Alice, Helena, vários amigos aqui, entrou ninguém participando. Parem de lavar louça, gente. É um exercício inútil, só vai ficar sujo de novo, entendeu? Porra! Vocês parecem tíssifos.
Eron Falbo: [36:23] E se vocês não sabem essa referência, vão estudar ao invés de lavar louça, pombas. Travou total. Cristiano, se você está me assistindo, volte, volte para a gente. Relaxa, tenta entrar aí, tenta entrar aí e fica bem. É isso aí, Larissa. Eu vou, então, falar. Cristiano, já que você está ouvindo, você está ouvindo, né? Eu vou só continuar uma coisa que está dentro do assunto, que é uma história que me tocou muito, que eu aprendi em estudos de Kabbalah, que diz o seguinte, que Abraão saiu de sua tenda, isso está escrito no Velho Testamento, em Gênesis, no livro de Gênesis, que Abraão saiu de sua tenda, e olhou para as estrelas. Aí muito astrólogo usa isso como evidência que Abraão era um astrólogo.
Eron Falbo: [37:30] Enquanto eu acredito que sim, ele era astrólogo, até porque ele era da Babilônia, e a Babilônia era um dos primeiros astrônomos barra astrólogo, que na época era a mesma coisa, ele fala... Os cabalistas explicam que quando eles dizem que ele saiu da tenda dele, tenda em hebraico, Orgel, vem da mesma raiz de Olam, que é mundo. Na verdade, eu acabei de inventar, porque eu não tenho certeza se é a mesma raiz. Mas tem alguma coisa assim. E quando diz que ele saiu da tenda dele, significa que ele saiu do cosmos e olhou para as estrelas de cima para baixo, não de baixo para cima. Aí os cavaleiros explicam, sim, As estrelas ditam as forças da natureza. E é verdade que a maioria dos seres humanos estão guiados pelas forças da natureza. Ou seja, são vítimas dos acontecimentos, das marés, das correntezas, das coisas que acontecem na natureza.
Eron Falbo: [38:35] Só que as grandes almas, as pessoas iluminadas, vencem isso, vencem essa influência das estrelas e elas saem da tenda e olham de cima para baixo e o que acontece conseguiu? E elas elas olham de cima para baixo para as estrelas. E o que acontece se você está embaixo das estrelas e você é guiado por as estrelas? O que acontece se você está em cima das estrelas? Você guia as estrelas. Então diz os cabalistas que o objetivo da astrologia não é a gente se identificar para se guiar através das estrelas. É a gente aprender tanto a astrologia para a gente poder sair do cosmos e guiar as estrelas. Ou seja, não se identificar com o seu signo, mas sim se tornar todos os signos e sobressair essa etapa humana de ser guiada pelos signos. Alô, Cristiana?
Cris Pompeu: [39:44] Professoron.
Eron Falbo: [39:58] Professor Eron. O único professor que eu sou é do Casa de Papel. Como é que fala papel em espanhol mesmo? Casa de papel. Porque total que eu seria um líder de uma pequena seita que rouba bancos. Porra. Oi, estou ouvindo, estou ouvindo, Cristiano. O que que houve? Foi o nosso equipamento que estragou tudo, não foi?
Cris Pompeu: [40:31] Põe.
Eron Falbo: [40:38] Uma foto dela na tela e vamos falar só com áudio. Cristiana, você tá me ouvindo? Marcelo José Nogueira, seja bem-vindo, meu amigo. Alô, alô. Cristiano, não se preocupe. Acontece nas melhores... Desculpa, estou ficando meio bêbado. Mentira. Acontece nas melhores famílias, nas melhores provedoras. E aqui em casa, você acredita que... Ô, Cristiana, que lindeza! Você voltou?
Cris Pompeu: [41:33] Voltou.
Eron Falbo: [41:39] E desvoltou. Tava indo bem. Gente, ninguém tá falando comigo. Larissa, fala comigo mais, que ninguém mais tá falando comigo. 200 Fakes online. E a Mari Manes, de Nova Iguaçu, está falando. Fale mais sobre você, Ron. Olha só, Mari. Oi, Cristiana.
Cris Pompeu: [42:16] Oi, meu Deus. Que pesadelo, gente.
Eron Falbo: [42:19] Internet. Calma, todo mundo fica calmo. Você voltou melhor. A imagem está melhor.
Cris Pompeu: [42:25] Posso falar astrologicamente? Sabe o que é isso? Vai rir, mas é mercúrio retrógrado. Mercúrio retrógrado com quadratura metuno. Tudo que é pau em comunicação, a pessoa fala uma coisa, interpreta a outra, briga à toa, mal entendido, o e-mail que foi errado, uma coisa horrorosa. Agora eu vou te falar, minha bateria do Note está acabando, está com mau contato. Olha aqui, deu um pau...
Eron Falbo: [42:51] Relaxa, relaxa, relaxa, isso aí...
Cris Pompeu: [42:53] Deu um pau de uma tal forma que você não tem noção.
Eron Falbo: [42:56] Eu vou te dizer uma coisa, eu sou formado em hipnose. Tem uma regra da hipnose que é o seguinte, quanto mais você se contar a história de que... Ih, travou tudo. Se você estiver me ouvindo no 4G, queria te dar o seguinte conselho de vida astrológico. Quanto mais a gente se conta uma narrativa, tipo, eu não sou bom com tecnologia, sabe o que acontece? Quando alguém te dá um belíssimo novo gadget, você fala, não vou nem ler o manual porque eu não sou bom de tecnologia. Ou seja, você perpetua a sua profecia autorrealizada. Então, queria saber qual que é o benefício de se identificar com essas coisas, senhoras e senhores.
Eron Falbo: [43:56] Marcelo José Nogueira, você que é massa pra caramba, porra. Você tá aqui, Kira Reis. Quanto tempo, pô, me abandonou total. Marina da fonte, como é que tá a fonte? Saudade da fonte. Quanto tempo que eu não vou na fonte. Grande Marina. A Cristiana tá falando, me chama aqui. Como é que chama ela? Ah, não tem como, não tem como. Cristiano, tenta entrar no 4G pelo seu celular, no mesmo link que a gente mandou.
Cris Pompeu: [44:36] Ou pede que eu entrasse em câmera.
Eron Falbo: [44:38] Não aprendi a dizer adeus. Isso aí é uma patologia psicológica super rara, que chama Leandro Leonardo de Siste, que acontece em poucas famílias, mas está no meu mapa astral. Kira Reis, é eu que te abandonei. Olha só! Deu certo?
Cris Pompeu: [45:12] Cara, eu entrei pelo celular. Você não tem noção, assim, apagou tudo. Gente, eu falei... Nossa Senhora do Wi-Fi.
Eron Falbo: [45:19] Nossa Senhora do Wi-Fi.
Cris Pompeu: [45:21] E realmente, deu pau geral. Agora, eu tava te falando, Mercúrio Retrógrado, que é comunicação...
Eron Falbo: [45:27] Mas você tava ouvindo o que eu tava te falando?
Cris Pompeu: [45:30] Eu não... Eu teve um dado momento que eu parei de ouvir.
Eron Falbo: [45:33] Mas você ouviu alguma coisa sobre Abraão?
Cris Pompeu: [45:36] Mais ou menos.
Eron Falbo: [45:37] Eita nozes. Puta que pariu. A gente vai ter que se encontrar pessoalmente. Eu vou te contar todas as histórias. Bom, o nosso tempo está acabando. Eu vou resumir rapidamente, porque eu acho que tem super relevância. É assim, a Kabbalah ensina que... E para as pessoas que não estavam prestando atenção, para de lavar louça, entendeu? E escuta o que a gente está falando aqui, gente. Pombas, para de correr. Eu vou dar um pause na coisinha lá, no treadmill, no negócio que se corre, na esteira, e vamos ouvir, agora que é muito importante. Na Bíblia diz o seguinte, Abraão saiu de sua tenda e olhou para as estrelas. Muitos astrólogos usam essa passagem para identificar que Abraão era um astrólogo e ele regia a vida dele através das estrelas, que não deixe de ser verdade, porque ele era da Babilônia, ele era astrônomo, astrólogo, etc. Isso é verdade. Agora, os cabalistas explicam que Os cavaleiros explicam que quando diz que ele saiu da sua tenda e olhou para as estrelas, queria dizer que tenda em hebraico tem uma correspondência com a palavra cosmos em hebraico, quer dizer que quando ele saiu da tenda ele estava saindo do cosmos e olhando para as estrelas de cima para baixo, não de baixo para cima.
Eron Falbo: [46:58] E assim que ele regia a vida dele. Aí os cabalistas explicam que sim, as forças da natureza regem a maioria das pessoas, mas os magos, as pessoas iluminadas, as pessoas em iniciação, devem transcender as forças da natureza e irem para as forças espirituais. E no mundo espiritual, as forças espirituais são acima da natureza, acima das estrelas, acima do cosmo. E por isso, Abraão saiu do cosmos para olhar de cima para baixo das estrelas para poder reger as estrelas, não para poder ser regido pelas estrelas.
Cris Pompeu: [47:30] Deixa eu só te fazer uma analogia, tá? Se a gente está num mundo material e a gente tem uma conexão espiritual e os magos, as pessoas místicas, as pessoas que se conectam têm essa comunicação mais fácil com o lado de lá, Mesmo assim, a gente está na matéria. Então, por exemplo, um peixe nasce um peixe. Se você pega o peixe e joga no deserto, ele não vai nadar. Então, a essência dele é no mar. Existe uma essência, existe um elemento, existe uma natureza.
Eron Falbo: [47:56] Então, mas isso é a vontade de ser da Terra. Isso é a vontade de ser desse mundo. O que os cabalistas explicam é que o objetivo da gente estar nessa Terra é a gente transcender essa limitação. É justo a gente poder sair desse foco.
Cris Pompeu: [48:12] Então se você... Sim, você deve transcender a sua limitação, mas se você vem com um determinado potencial e uma determinada natureza, você pode viver o máximo da sua natureza e entender qual é ela para você... Ficar completamente em contato com o Divino e viver o máximo do seu potencial na Terra.
Eron Falbo: [48:28] Eu até concordo até certo ponto do que você está falando. É bom você saber o seu ponto de partida. Se você não sabe de onde você está vindo, é muito difícil você escolher um lugar bom para ir que seja adequado. Existe esse conceito. Agora, existe uma diferença entre você ter um conhecimento do seu ponto de partida e você passar a sua vida inteira se identificando para o resto da vida com esse ponto de partida. Então, eu acho que o meio termo entre o que você está falando e o que eu estou falando é o seguinte, é sim estudar a astrologia, Sim, ser mestre disso, que eu acredito que sim, Abraão era mestre disso. Só que o objetivo da vida não é você otimizar o seu próprio signo, mas você transcender todos os signos e pegar todas as coisas que você tem dentro. E você sabe muito bem, como qualquer astróloga, a astrologia complexa mesmo inclui todos os signos, seja de uma maneira ou de outra. Em algum lugar você vai ter todos os signos, porque o mapa astral complexo mesmo inclui o cosmos inteiro.
Eron Falbo: [49:35] Então, significa que a gente, mesmo que tenha baixíssimo potencial de um signo versus outro signo, a gente tem alguma semente daquela porra em algum lugar de nós. Desculpa o palavreado.
Cris Pompeu: [49:47] Sim, você tá certo no teu raciocínio. Só que em diferentes níveis. Uma pessoa que tem o Stélion, Stélion é uma concentração de três ou mais planetas num mesmo signo. Uma pessoa que tem um Stélion em Capricórnio, ela vai ser hiper focada nos assuntos daqueles signos. Não tem como Ela, de repente, querer.
Eron Falbo: [50:04] Ser uma pessoa... Então, mas o problema é esse não tem como, entendeu? Tipo assim, no tarô, qual é a carta do mago?
Cris Pompeu: [50:10] Não vai brotar isso dela, nem a vontade de ser.
Eron Falbo: [50:14] Então, esse tipo de pensamento é justo que os cabalistas estão lutando contra. Inclusive, os cabalistas proíbem a astrologia justo por causa da limitação.
Cris Pompeu: [50:23] Querido, você vai ter uma pessoa introspectiva, reflexiva, silenciosa, vai falar... Do nada, você tem que trabalhar o teu exibicionismo, tua vontade de estar no foco, de estar num palco dando palestra pra 3 mil pessoas. Não é a natureza dela. Ela vai ficar se sentindo contrariada.
Eron Falbo: [50:40] Então, se você assistir aquele documentário... Vai.
Cris Pompeu: [50:42] Ser uma agressão a natureza dela.
Eron Falbo: [50:45] Pode ser, mas a gente tem que ser agressivo à natureza que a gente não tá desenvolvido, não tá desenvolvendo. É isso que os cabaleiros estão falando. A gente tá nessa terra pra transcender, não pra ficar confortável. As coisas que mais fazem a gente felizes nessa vida são coisas que tiram a gente da zona de conforto. Por exemplo, pari um filho. Não sei se você já teve essa experiência, mas eu já. Mentira. É, mas eu tenho filhos, mas eu não parei. Mas eu observei muito de perto, eu vi que é uma merda. Entendeu? Você passa por transtornos, mas não existe olhar. Quando eu era casado, né? Eu não sou mais casado. Pra todas as moças que estão nos assistindo agora, eu queria dizer que não me encontro casado no momento. Isso é uma questão de tempo só, gente. Então, por favor, meu e-mail é otaviopequim... Então as coisas que mais nos deixam desconfortáveis são as coisas que mais nos deixam felizes. Então assim, eu nunca vi minha ex-mulher tão feliz na vida quando logo depois da tempestade dela passar pelo furacão de Paris, entendeu?
Eron Falbo: [51:57] Então, o mundo moderno tá muito obcecado com conforto e com luxo e com coisas superficiais, então a gente quer ficar na zona de conforto. Qual que é o meu signo? Eu vou fazer a coisa que mais me convém pra eu ficar a minha vida inteira pedalando da maneira mais fácil possível sem ladeira acima.
Cris Pompeu: [52:13] Tem uma diferença grande em... Conformismo, zona de conforto e acomodação pra você entender a sua natureza, que nem sempre a sua natureza é confortável. Não é confortável você... É aquela música, a dor e a delícia de ser o que é. Existe uma dor muito grande, por exemplo, em você ser artista, né? Você sabe o que você também é e você querer ser autoral e as coisas que você às vezes tem pra dizer ou cantar É muito, te expõe muito e você às vezes, a gente se auto-sabota. É um processo interno, mas existe uma natureza. A natureza da gente, a gente deve... Porque ela indica o caminho, e não necessariamente... Aliás, quase nunca é confortável você pegar uma pessoa que é completamente introspectiva e.
Eron Falbo: [53:05] Obrigada... Então, não, mas olha só, Cristiana. Número um. Você tem que ter certeza sobre...
Cris Pompeu: [53:11] Não vai ser fluido, não vai ser natural, não vai ser um talhão dela.
Eron Falbo: [53:14] Deixa eu te perguntar uma coisa, você tem certeza absoluta sobre os detalhes da natureza da pessoa que você identifica?
Cris Pompeu: [53:21] No mapa?
Eron Falbo: [53:22] É.
Cris Pompeu: [53:22] Fica bem claro, os potenciais da pessoa, fica muito claro.
Eron Falbo: [53:26] Então, se você tem essa certeza absoluta, agora, uma pessoa que vai ouvir um astrólogo, ela pode ter certeza absoluta sobre o que o astrólogo está dizendo para ela?
Cris Pompeu: [53:38] Ela confia no astrólogo, o astrólogo é como um advogado, como um psicanalista.
Eron Falbo: [53:41] Tá certo, mas mesmo um advogado, mesmo que eu confio, eu não confio absolutamente em ninguém.
Cris Pompeu: [53:47] Mas não se deve confiar absolutamente em ninguém.
Eron Falbo: [53:49] Então, mas é isso que eu tô querendo te explicar. É isso que eu tô querendo te chegar.
Cris Pompeu: [53:52] Sobre os fatos que ele... Sabe, se ele tem o conhecimento do que ele tá falando...
Eron Falbo: [53:56] Não, mas não só ele tem o conhecimento. É só porque às vezes as pessoas erram. Tipo assim, o meu advogado pode ser o Johnny... Qual era o nome do cara que livrou o O.J. Simpson? Johnny... Sei lá. O cara é um tão bom advogado que ele livrou o O.J. Simpson, sacou? Que tinha matado claramente a pessoa.
Cris Pompeu: [54:14] Tá, mas olha só, eu vou dizer pra você, mas tem coisas, tem que ter muita responsabilidade o astrólogo, assim como qualquer profissional que orienta uma pessoa, um ser humano, tem que ter muito, é muito delicado, eu quando eu jogo tarô, por mais que a margem de, eu não gosto dessa palavra, mas acerto, é bem grande, as pessoas ficam assim, eu não gosto, eu falo, olha, eu tô te falando isso porque realmente, intuitivamente, pela leitura tá saindo muito claro, mas assim, questione Vou te dar um exemplo. Eu li um tarô essa semana de que uma moça saiu uma separação e saiu uma situação. Ela falou, ah, eu vou sair. Eu falei, não, você não vai fazer nada embasada no que eu tô te falando. Você vai por si só, com seus olhos, você vai apurar essa situação. E realmente ela apurou e... Tudo que saiu no jogo. Então, assim, isso aí vai da responsabilidade do profissional que tá te orientando, né? Mas, por exemplo, você tem um sol de casa 4. Eu dizer pra você que família não é importante pra você é um absurdo. É muito claro. É óbvio que é. É óbvio que as suas raízes...
Eron Falbo: [55:13] Mas não é verdade que família é importante pra todas as pessoas em certo grau?
Cris Pompeu: [55:18] Eu tô dizendo que não é só importante, não. É fundamental pra sua vitalidade. Você precisa ter uma identidade Ué, mas.
Eron Falbo: [55:25] Você pode argumentar isso sobre todas as pessoas, porque todo mundo precisa de alguma forma, nem que seja pra nascer.
Cris Pompeu: [55:30] Tem gente que é totalmente desgarrada.
Eron Falbo: [55:32] Ué, e se você tivesse me falado isso 10 anos atrás, hoje eu sou super família, então acertou em cheio. Só que se eu tivesse me falado isso 15 anos atrás, eu era totalmente separado da minha família.
Cris Pompeu: [55:46] Lua com função urano. O mapa não é uma coisa só, tá?
Eron Falbo: [55:50] Eu sei disso, mas tô falando, se você falar um aspecto, depende da época da minha vida. Tipo assim, eu posso virar eremita daqui 10 anos, que eu tenho essas tendências, né? Inclusive, galera, se vocês não me seguirem no Instagram, se vocês não virarem meus fãs e me derem atenção, que meu mapa astral exige de mim, entendeu? Eu vou desistir amanhã, vou parar de fazer essa merda, esse programa e vou virar eremita. Eu vou parar de ser a carta O Tolo e vou virar a carta Eremita, entendeu? O que eu quero dizer é o seguinte, tipo assim, você pode dizer uma determinada coisa e depende da época da minha vida, 10 anos, 15 anos atrás, eu era totalmente renegado da minha família, eu era ovelha negra, eu ficava, eu morava em Londres,.
Cris Pompeu: [56:35] Mas olha só, eu não tô falando que você é aquela pessoa apegada. Você tem uma lua, que é o regente de câncer. A lua fala da nossa família, que faz conjunção com o urano. É rompimento. Às vezes é necessário uma separação, um rompimento, uma liberdade precoce, pra você entender. Mas as suas raízes... Mesmo que você tenha se rompido com a tua família, eu tenho certeza absoluta que ficava martelando na tua cabeça todas as suas referências. E você acabou... Isso nunca... Você nunca se distanciou internamente.
Eron Falbo: [57:05] Nessa época, o que ficava martelando na minha cabeça era efeito de drogas pesadas, entendeu? E a mesma música em looping, não sei se você já teve esse esper... É uma merda. Tá bom, mas não vamos ir nesse caminho assim de... Eu acho assim, vamos tentar extrair uma coisa bonita de estudo, que eu acho que... Que existe uma síntese entre o que você tá falando e o que eu tô falando, que eu sinto intuitivamente que existe uma coisa bonita aí. Eu acho que, isso é minha opinião, depois você pode martelar quanto você quiser e destruir ela. Total coração aberto. E te respeito total também, dá pra ver que você tá com boas intenções e não tá tentando provar seu ponto, estamos juntos, estamos no mesmo barco.
Cris Pompeu: [57:54] Com certeza, é importante conversar, debater.
Eron Falbo: [57:58] Total, vamos conversar mais isso, com certeza. Infelizmente, a gente teve esse problema técnico que cortou um pouquinho do nosso horário e eu tenho aqui 300 pessoas aqui na emissora que estão já pedindo Uber, sabe?
Cris Pompeu: [58:17] É, eles têm que jantar.
Eron Falbo: [58:19] É foda. Galera aqui não tem nenhum amor pelo programa, é todo mundo pelo dinheiro, porque a gente paga extremamente bem.
Cris Pompeu: [58:27] É um sucesso, teu programa é um sucesso. 300, Maravilhoso.
Eron Falbo: [58:31] Valeu, obrigado. Mas eu tava brincando sobre isso. Todo mundo aqui é maravilhoso e trabalha escravo. É mesmo, não tem... Não ganhou nada. Mentira, mas eles estão pedindo o Uber mesmo. Cristiano, vamos tentar conciliar isso para a gente mandar uma mensagem para o público, porque eu realmente acredito que as pessoas deveriam... O jeito que eu vejo a astrologia é o seguinte, os antigos olhavam para o céu, e Jung fala isso, eu estou parafraseando Jung, na verdade, para ninguém achar que eu sou sábio. A galera sentava no céu negro e naquela época não tinha arranha-céus, a galera via o céu, tipo Brasília. Brasília, eu te amo. Você consegue ver o céu absolutamente. E aquela coisa, psicologicamente, aquela influência do oculto, do negro, do vazio, gera na gente uma busca, uma reflexão inconsciente muito mais... Isso é provado, sei lá.
Eron Falbo: [59:33] Isso é meio óbvio pra qualquer um, né? Você trancada em meditação no seu próprio quarto, você vai entrar em muito mais contato consigo, assim como a gente falou no começo, né? Na pandemia tá todo mundo em reflexão e tudo. O mundo inteiro vivia isso diariamente na antiguidade, né? Toda noite, no final da noite, eles contavam histórias em volta de uma fogueira e olhavam para o céu. Então o que Jung explica é que a astrologia é muito importante para a humanidade porque a astrologia é a projeção do inconsciente da humanidade. A gente projetou tudo que existe dentro do nosso inconsciente nos astros e depois a gente deu nome para essas coisas. E cada cultura deu seu nome, né? Então, a astrologia nórdica tem certos nomes,.
Cris Pompeu: [60:18] A astrologia chinesa... Sim, e a astrologia, os planetas, desculpa interromper, faz analogia, né? Com os deuses da mitologia. Então, Hades, Marte, o deus da guerra, é o planeta do ímpeto, da iniciativa. A pessoa que tem um Marte atacado, entre aspas, é uma pessoa bélica, mas não é só negativo, isso é bom para você ter iniciativa. E você pegando o mapa de pessoas assim, na prática, você vê que procede. Então, é muito interessante. Assim, a gente vive arquétipos, porque é inconsciente, mas aquilo, de fato, a astrologia mostra o quanto isso... Realmente na prática influencia a gente, entendeu?
Eron Falbo: [61:01] O que eu queria dizer com isso é que independente, porque eu não quero que a gente defina cientificamente se funciona ou não funciona, até porque no YouTube tem muita gente fazendo isso, então todo mundo vai lá para o youtube.com e procura conversas similares. Esse não é o nosso objetivo aqui, nosso objetivo é transcender, fazer uma coisa nova. E o que eu proponho é que, cara, primeiro, o que a gente aprendeu? Essa parada da introspecção é muito importante, porque você tá encontrando o que te realiza como pessoa, o que tava te incomodando há anos e que você não tava fazendo, em introspecção, em contato com essa reflexão pessoal, com o seu inconsciente. Independente de se você pode ou não prever o futuro com a astrologia, que não é o nosso objetivo aqui, você consegue estudando a astrologia, estudando os diferentes arquétipos e as influências e o dinamismo entre um e o outro.
Eron Falbo: [62:02] E o que os astrólogos estudaram durante tantos milhares de anos, você pode conhecer muito sobre você mesmo, e você pode conhecer, nesses dois exercícios, na meditação e reflexão, e no estudo da astrologia, do tarot, do Xing, de qualquer coisa que reflete o inconsciente humano, Você pode abrir muito sua cabeça, você pode ser uma pessoa mais madura, você pode crescer. Você concorda com essa minha visão? Que essas coisas podem te dar, é isso?
Cris Pompeu: [62:37] É, eu acho que independente do instrumento, agora você está questionando, nem todo mundo é obrigado a acreditar em nada, independente da ferramenta que você use, a astrologia é uma ferramenta de autoconhecimento enorme, assim como a meditação, assim como a música, assim como qualquer ferramenta que nos convide ao mergulho em si, entende? Então isso que você está falando procede total. Eu me fascino muito pela astrologia e pela espiritualidade porque é uma coisa minha e porque eu acho que é uma simplesmente uma ferramenta, mas independente disso acho que o fundamental é a gente descobrir o nosso propósito aqui e ser fiel à nossa essência, porque assim aí todos nós podemos estar em contato com o nosso eu superior divino, ou seja, o que você queira chamar. Mas assim, isso é uma jornada muito pessoal, né? Isso é uma jornada pessoal, isso aí não dá pra impor, não dá pra dizer que é o dono da verdade, isso é muito pessoal, é muito importante. Por isso que eu quis escrever o livro de astrologia para as crianças, só pra tentar despertar alguma coisa desde cedo nesse sentido.
Cris Pompeu: [63:43] Eu acho que quando a gente se entende, entende que a nossa natureza é tão diversa da dos outros, a gente aprende a tolerar, a gente está precisando de tolerância, as pessoas estão muito intolerantes. E, por exemplo, essa pandemia, a gente estava falando que a crise acaba gerando uma reflexão, a gente está tendo que se olhar mais e as pessoas estão muito intolerantes. Então, é um convite à reflexão, à autoanálise, a convivência, a entender melhor as dificuldades de uma convivência, entender a diferença entre as naturezas, enfim. Acho que astrologia é só mais uma ferramenta, mas é isso, acho que você está certo.
Eron Falbo: [64:22] Cristiana, estamos juntos completamente. Isso que é importante, porque no final das contas, mesmo se você sabe ler o mapa e sabe o futuro perfeitamente e você está perdido no autoconhecimento, você está perdido no tanto que você é tolerante, por exemplo, isso é um belo exemplo, que isso é uma coisa ética, uma coisa de princípios. Você pode saber todo o futuro através de divinação, através de entender mapas astrais e você pode estar super confuso no tratamento do próximo. E coisas do tipo. Então acho que o que a gente concorda é que o objetivo primordial da astrologia, mesmo se uma coisa funciona ou outra dane-se, o objetivo primordial é que a gente se torne pessoas melhores, que a gente use essas coisas para se engrandecer, para se elevar. Então, eu queria te agradecer, foi muito bom te ter aqui no programa, uma grande honra. Antes de eu terminar, eu queria...
Eron Falbo: [65:24] Obrigada, eu adorei.
Cris Pompeu: [65:25] Obrigada pelo carinho e pela sua equipe também, pelo cuidado que vocês têm. Pô, achei o máximo.
Eron Falbo: [65:31] Valeu, querido. Muito obrigado mesmo. Antes de terminar, eu queria que você só, eu queria te dar esse espaço, essa oportunidade de falar um pouquinho de qualquer coisa que você queira divulgar, se você tiver um site. Eu pessoalmente quero saber do seu livro de astrologia para crianças, porque eu tenho dois filhos e gostaria de educá-los astrologicamente desde o início.
Cris Pompeu: [65:54] Então, eu sou péssima nessas coisas, mas eu estou começando a me organizar para ter site, para ter o negócio todo organizado. E assim, acabei misturando muito o meu Instagram com o pessoal, com essa coisa de astrologia, eu estou querendo começar a separar. Mas eu estou fazendo, eu comecei a fazer mapa, eu escrevi esse livro de astrologia para as crianças e surgiram Muitos pais e mães querendo fazer mapa de crianças e eu acabei fazendo um combo com o livro junto. Esse livro foi lançado há dois anos atrás, mas eu quero lançar ele digitalmente e junto com essa orientação. O mapa para uma criança é diferente. Eu não falo para criança só. Futuramente ela vai virar um adulto e vai ler o mapa, mas para orientar os pais em como estimular melhor o potencial desse ser ali que está... Direcionar melhor as facilidades, os desafios, as dificuldades, enfim. E a família tem um papel super importante. Mesmo que não seja uma família tradicional, ou mesmo que seja uma família ausente, isso tudo também aparece no mapa.
Cris Pompeu: [66:56] Então, assim, o responsável ali ser mais orientado no sentido de como é melhor desenvolver essa criança, enfim. E aí tem esse trabalho e o monólogo que ainda não tá pronto, mas eu quero voltar aqui um dia pra conversar com você e poder divulgar melhor. Mas quem quiser fazer mapa e quem quiser fazer tarô, me procura inbox por enquanto, eu tô fazendo assim, eu tô fazendo consultas online. Pelo Zoom ou por vídeo mesmo e tem funcionado muito. É só me procurar inbox.
Eron Falbo: [67:26] Perfeito, Cristiana. Muito obrigado, querida. Se você puder esperar um minutinho em linha só para a gente concluir uns avisos rápidos e a gente já conversa de novo, pode ser?
Cris Pompeu: [67:37] Claro.
Eron Falbo: [67:38] Obrigado, querida. Beijão.
Cris Pompeu: [67:40] Beijo.
Eron Falbo: [67:41] Tchau, tchau. Então, gente, eu criei essa pílula de um minuto, onde eu vou condensar nossa conversa de uma hora. Antes disso, eu só queria dizer, nos sigam, vocês já sabem o que fazer, galera. Pô, só seja gado mesmo, entendeu? Faça o que todo mundo tem que fazer, faça o seu trabalho, dá o like, dá o siga e... Apoie o programa dessa forma, porque quem sabe o Marcos Zuckerberg um dia vai me ligar e dizer, Eron, você é o próximo, você é a próxima diva do planeta, você vai co-dominar o mundo comigo. Então, eu vou dizer o que eu aprendi hoje com a Cristiana Pompeu. Primeiro, que eu deveria ter tido um sobrenome melhor, porque Pompeu é muito fera. Segundo, que tolerância realmente é a palavra da vez. A gente tem que parar de saber tanto e começar a escutar mais. Eu tenho uma visão muito fortemente criada pelos ancestrais sobre a sabedoria...
Eron Falbo: [68:46] Sobre sabedoria... Sobre astrologia. Já tô meio bêbado por causa do vinho. É culpa do vinho que me deixou bêbado. Desculpa, o Otávio tá rindo aqui de uma maneira muito engraçada. Então, tolerância, sério, isso é uma coisa muito importante, porque a gente estava, vamos dizer, não necessariamente concordando sobre todos os pontos. Mas dava pra sentir o coração dela, que se a gente tivesse mais minutos, a gente ia desenvolver aquela coisa de uma maneira mais legal. Infelizmente, a gente só tem uma hora e ficou essa mensagem muito importante. Que tolerância, quando a gente se vê nesses embates, nessas coisas todas, vamos parar e pensar, pô, qual é o objetivo disso aqui? A gente tá comendo um peru de Natal, por que a gente tem que conversar sobre Bolsonaro e Lula, sacou? Vamos unir as mãos, vamos cantar cantigos e vamos ser felizes.
Eron Falbo: [69:50] Ou seja, qual o objetivo dessa parada? O objetivo é provar uma parada que já está no YouTube? Ou a gente transcender, a gente se conectar, a gente chegar a novos horizontes? Obrigado, gente. Estamos ao vivo todos os dias, às 19 horas. E não se esqueçam, quando um burro fala, o outro abaixa a orelha.
Episódio de No Alvo com Eron Falbo. Veja todos os episódios, Praise e Quotes.