Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio, com revisão automatizada parcial. Os nomes dos interlocutores foram atribuídos automaticamente. Em caso de dúvida, o áudio do episódio prevalece.
Eron Falbo: [0:00] Boa noite, boa noite, boa noite. Sejam muito bem-vindos.
Monica Linhares: [0:06] Vamos.
Eron Falbo: [0:14] Vamos sair do nosso tempo agora. Vamos subir a bordo de um barco e vamos navegar. Existem sete grandes oceanos nesse mundo. A gente vai agora pro oitavo oceano, que fica embaixo da Terra. "Grandes coisas não são conquistadas por aqueles que se submetem a tendências e à opinião pública", diz Jack Kerouac. Não é a hora de fazer uma mudança, apenas se relaxe, faça com calma. Você ainda é jovem, isso é sua culpa, há muito que você tem que saber. Encontre uma garota, acalme-se, se quiser você pode se casar. Olhe para mim, eu sou velho, mas estou feliz. I was once like you are now, and I know that it's not easy to be calm when you found something going on. But take your time, think a lot. Well, think of everything you've got, for you will still be here tomorrow, but your dreams may not. Oi, boa noite. Boa noite, boa noite. Tudo bem?
Monica Linhares: [2:08] Tudo bem. Obrigada pelo convite.
Eron Falbo: [2:13] Que isso, que prazer ter você aqui. Desculpa os erros técnicos aí, a gente tá acertando as coisas ainda no nosso mundo digital aqui, nos bastidores.
Monica Linhares: [2:27] As tecnologias, tudo bem, realmente é normal. A internet aqui às vezes cai também, a gente tem uma internet complicada, acontece isso mesmo.
Eron Falbo: [2:37] Total, total. Vamos seguir, que é o melhor que a gente faz. Mônica, eu queria que você pudesse começar com uma breve introdução aí da sua profissão, de como você iniciou e tudo mais, e o que você está fazendo hoje em dia. Eu acho que seria legal para o pessoal te conhecer melhor.
Monica Linhares: [2:59] Eu sou médica dermatologista e já sou formada há 27 anos. A minha primeira especialidade foi em anestesiologia. Um ou dois anos já na anestesiologia, quando eu cheguei pra ser médica no Hospital da Lagoa, eu percebi que meus colegas achavam que a qualidade de vida era muito ruim, eles estavam todos gordos, obesos, tinham um mau humor danado. Então eu percebi que eu não queria envelhecer com uma profissão que gerasse um desgaste tão grande e nem tivesse essa qualidade de vida. Meu pai também é anestesista, eu acabei tentando ir no início para a escolha da especialidade por causa disso. Foi quando eu decidi mudar e comecei a procurar a dermatologia estética. Procurava isso na França, na Argentina, então a gente começou a ir para os congressos que tinham medicina estética na Argentina ou na França, e comecei a fazer essa descoberta dos benefícios, que a gente podia, além de só tratar a doença, também dar mais qualidade de vida, saúde pro nosso paciente, enfim, corrigir outras imperfeições. Foi quando eu decidi fazer estética, e depois, quando eu tava na minha primeira clínica lá em Caxias, que é onde eu comecei, um bairro aqui da Baixada Fluminense, onde minha mãe já tinha uma clínica lá, que eu comecei a trabalhar, foi quando eu decidi fazer dermatologia. E hoje eu tô muito grata, porque realmente é uma profissão que eu me identifico muito, eu adoro o que eu faço, sou super feliz, eu fico maravilhada quando o meu paciente me agradece pelos seus resultados. Eu sinto que eu transformei a vida delas, não só com tratamento estético, mas promovendo mais qualidade de vida pra ela.
Eron Falbo: [5:00] E como é essa coisa de pensar no bem-estar do paciente? Como que exatamente você faz isso através da dermatologia?
Monica Linhares: [5:12] Então, a minha consulta não é uma consulta básica, não atendo convênio. A minha consulta leva de uma a duas horas já, porque, além de fazer uma avaliação física do paciente, é importante ouvir as queixas dele, escutar o que está incomodando ele. Também começo a abordar as queixas relacionadas ao envelhecimento dele: se ele dorme bem, se ele come bem, se tem uma rotina de exercícios ou não, se faz alguma suplementação, a qualidade de vida, também os hábitos que a pessoa tem. E daí eu consigo fazer uma avaliação da idade biológica do meu paciente, e depois de algum tempo eu consigo determinar se ele tá com um processo de envelhecimento muito acelerado, e por isso que ele tá com essas queixas, ou não, se ele tá dentro do padrão de envelhecimento. Mas diante dessa avaliação a gente consegue observar que dá pra otimizar várias coisas, não só em pacientes jovens, mas na idade adulta e também nos idosos.
Eron Falbo: [6:22] Quando você fala assim de idade biológica, o que exatamente você quis dizer?
Monica Linhares: [6:32] Idade biológica é aquilo diferente da idade cronológica, que está na nossa carteira de identidade. De acordo com a minha avaliação clínica, não só pelas características faciais e do corpo, mas também pela queixa clínica, eu consigo determinar se você tá com o processo de envelhecimento acelerado ou não. Isso depende não só dos seus hábitos de vida e do exame físico, mas também precisa de uma avaliação laboratorial. Eu solicito esses exames laboratoriais que vão me confirmar como é que tá o estado físico desse paciente, e a gente consegue suplementar ou tratar ele não só por fora, mas também por dentro. E com isso ele consegue alcançar, sem dúvida, o resultado um pouco mais rápido. E quando a gente faz essa modificação do envelhecimento, a gente não tá trabalhando pra sempre por ele, isso não quer dizer que as suplementações que ele vai estar fazendo naquele momento vão ter que ficar pra sempre. De repente é um momento que ele tá vivendo, um momento de mais estresse, um momento de consumo maior, enfim, aí ele precisa fazer um controle sobre isso. Depois de três, seis meses, ele é checado novamente pra ver se melhorou, e a gente continua tratando ele por dentro e por fora ao longo de toda a vida, se ele deixar.
Eron Falbo: [8:03] Então, assim, mas as pessoas te procuram como médica em termos mais cosméticos, né?
Monica Linhares: [8:11] É, mais estético.
Eron Falbo: [8:12] Estético.
Monica Linhares: [8:13] É uma consulta que é surpreendida, mas enfim, elas praticamente vão em procura, porque elas acham que a formação de rugas é aquela coisa imediata, mas é uma coisa extremamente personalizada, por isso que existe um padrão diferenciado para todo mundo. Nem todas as rugas são formadas com as mesmas características das pessoas, nem o processo de envelhecimento é o mesmo. Então, cada um tem uma necessidade. Então, não só você corrige isso, você também pode melhorar sua qualidade de vida pra trazer mais vigor pra sua pele e manter bonito o seu aspecto. Muitos pacientes, principalmente com estímulos colágenos, muitos tratamentos, iniciam o tratamento e passam um tempão sem conseguir realizar. Mas é porque eles estão com a dieta irregular, estão com déficit de proteína mais precocemente, então elas têm uma menopausa química. Imagina uma menina que começou com 15 anos usando anticoncepcional, chega com 25 anos ainda tem 10, 15 anos usando anticoncepcional, elas estão em menopausa química, elas passam por uma qualidade de vida como se fosse uma mulher na menopausa. Com atrofia da pele, flacidez, ressecamento, irritabilidade, calvície, uma série de coisas. E aí não vai ter resultado nunca se isso não for reajustado, entendeu?
Eron Falbo: [9:37] Então, é a minha clínica mesmo, eu...
Monica Linhares: [9:40] Descobri com a necessidade, investigando meus pacientes, que esses fatores todos estavam relacionados. Então, além de tratá-los esteticamente, precisava investigar para trazer o melhor resultado, o que estava acontecendo com cada um deles para melhorar a qualidade de vida deles.
Eron Falbo: [9:59] E, no geral, são mais mulheres que te procuram?
Monica Linhares: [10:03] As mulheres são as que procuram mais precocemente. Os homens, hoje em dia, os mais novos procuram mais do que os homens mais velhos, mas os homens mais velhos têm que procurar também nisso. Ao longo do tempo, eles procuram o que podem.
Eron Falbo: [10:18] Os homens mais novos te procuram? Que tipo de... Porque os homens mais...
Monica Linhares: [10:23] Novos... Desde os adolescentes até a faixa etária dos 35, mais ou menos, eles já querem prevenir, eles não querem ficar enrugados, eles não querem ficar velhos, não querem ficar barrigudos, eles são muito preocupados com a estética deles.
Eron Falbo: [10:40] Barrigudo, mas o que isso tem a ver com dermatologia? Tem a ver?
Monica Linhares: [10:44] Ah, não, porque na clínica a gente faz tratamento corporal também, né? Então tem paciente que tem gordura localizada, tem flacidez corporal. Agora tá chegando um aparelho que tem um campo eletromagnético que faz 35 mil contrações por minuto, que é pra tratar músculos. Tem terapias intramusculares também com aminoácidos, para paciente que tem um desgaste maior. Tem outros tratamentos também, não só de dermatologia estética. Legal.
Eron Falbo: [11:15] Onde fica a sua clínica?
Monica Linhares: [11:17] No Italema.
Eron Falbo: [11:19] Tá quanto tempo lá?
Monica Linhares: [11:22] A minha clínica é nova, a gente tá até em fase de acabamento, tem três meses, porque a minha clínica antes era no Jardim Botânico, eu fiquei 16 anos lá no Jardim Botânico. Antes era aqui na Lagoa, onde era de cofre, mas depois dos seis primeiros anos que eu passei aqui na Lagoa, fui pro Jardim Botânico. E agora eu tô aqui. E foi uma mudança maravilhosa, porque é perto da minha casa, consigo juntar qualidade de vida e bem-estar, porque agora ando na rua, vejo as pessoas, antes eu saía de casa, do carro...
Eron Falbo: [12:01] Mas durante a pandemia você continuou atendendo?
Monica Linhares: [12:05] Continuei atendendo. A gente, hoje em dia, com a pandemia, mudou os horários; praticamente a gente atende um, dois, no máximo, pacientes, mas a maioria, praticamente, tem um horário exclusivo. A gente ficou fechado uns 15 dias, mas depois voltou a carreira. Graças a Deus, desde o passado, sempre tive movimento. Diminuiu, sem dúvida, não era a mesma frequência. Essas pessoas são boas mesmo.
Eron Falbo: [12:34] Vamos tomar um vinhozinho?
Monica Linhares: [12:37] Tome. Tem um vinhozinho aqui. Eu adoro vinho. Vinho é um poderoso anti-envelhecimento, né?
Eron Falbo: [12:46] Ah, é?
Monica Linhares: [12:47] A gente só não pode exagerar.
Eron Falbo: [12:50] Será que é assim que o Maurício Branco ficou com aquela pele maravilhosa?
Monica Linhares: [12:55] O Maurício Branco, eu acho que ele é tudo. Só dele rir, fazer as outras pessoas rirem, ser engraçado e levar a vida se divertindo. Eu acho que é assim que ele trata a maioria das coisas.
Eron Falbo: [13:10] Coincidência que ele acabou de entrar aqui na live.
Monica Linhares: [13:14] Aqui eu não consigo ver, né? De ser gay, pela sua questão, né? Oi, Maurício.
Eron Falbo: [13:20] Ele está falando que você é a musa dele. E vocês se conheceram aonde, Maurício? Não lembro se você me falou.
Monica Linhares: [13:30] Eu e o Maurício, a gente se conheceu num restaurante aqui, recém-inaugurado, na Praça Nossa Senhora da Paz, na Ilha. Um restaurante grego, sabe? Ele é filho da Fernanda Venturini. E aí a gente marcou um jantar, e aí eu passei a conhecer ele, daí a gente pensou em sair; enfim, fui lá na clínica também.
Eron Falbo: [14:00] Um brinde à sua clínica.
Monica Linhares: [14:03] E a gente não lembrou isso.
Eron Falbo: [14:09] E você é do Rio mesmo, Mônica?
Monica Linhares: [14:13] Não, eu sou de Cachoeiro de Itapemirim, na terra do Roberto Carlos. Vim pra cá com 16 anos pra fazer prova no Atalanzinho, pra ver se conseguia uma bolsa integral pra fazer o cursinho, que era a minha única chance de sair de Cachoeiro. Meu pai, apesar de ser médico, tem condição de bancar os estudos aqui, mas ele falou que eu tinha que me desafiar igual os meninos. Fomos eu e mais cinco colegas homens. O pai dos colegas trouxe a gente pra cá. Aí a gente prestou essa prova, aí todos conseguiram a bolsa, aí eu vim pro Rio de Janeiro pra fazer o cursinho, pra poder fazer a faculdade de medicina. Realmente, o cursinho fez muito sentido.
Eron Falbo: [14:59] Você veio bem cedo, né? Quando ele era pequeno, cresceu na Tijuca.
Monica Linhares: [15:07] Quem?
Eron Falbo: [15:08] O Roberto Carlos, tô falando que ele veio da sua terra e veio pro Rio cedo também, né? Será que o pessoal reconhece o Roberto Carlos lá? Porque eu nunca conheci ninguém de Cachoeiro de Itapemirim.
Monica Linhares: [15:23] Não, conhece, sem dúvida. O Roberto Carlos, ele tem uma tradição.
Eron Falbo: [15:26] Eu estou falando, o pessoal tem, tipo, orgulho, tem estátua dele, tem alguma coisa na cidade?
Monica Linhares: [15:33] Não, já teve uma época, já tinha na praça lá principal um chafariz que tinha uma foto dele, mas saiu, acabou isso. E hoje ele tem uma casa lá, é onde ele mora, que virou um museu, é um ponto turístico, as pessoas vão visitar. Ele tem uma tradição: normalmente ele gosta de fazer um show lá na cidade para comemorar o aniversário dele. Esse ano, como não pôde fazer o show agora, em abril, no dia do aniversário dele, ele já prometeu que, assim que puder voltar a fazer show, vai lá para prestigiar a cidade. As pessoas têm orgulho dele, né? É uma referência para quem mora em Cachoeiro.
Eron Falbo: [16:20] Fera, fera. Eu gosto muito do Roberto Carlos.
Monica Linhares: [16:22] É que o Cachoeiro é esse que a gente boba para caramba, é uma maravilha.
Eron Falbo: [16:27] Você, a gente boba para caramba, e o Roberto Carlos parece ser também.
Monica Linhares: [16:33] Eu não tenho aqueles toques, eu não tenho aquelas manias que o Roberto tem, né? Aquela mania do azul, enfim. A gente respeita todo mundo, eu não tenho isso. Mas não sou tão supersticiosa, mas eu acredito demais em energia. As pessoas me confundem por acaso, eu acredito que a vida é o eterno aprendizado, eu acho que a gente tem que mudar a nossa energia diariamente. Nisso também eu concordo.
Eron Falbo: [17:02] Me fala em termos de como você se promove, uma médica como você, com tantas boas formações e com a cabeça tão esclarecida. Como você vê o papel do médico mudando no mundo da mídia social, do marketing digital, esse tipo de coisa?
Monica Linhares: [17:34] Eu acho que isso aproximou a gente um pouco dos pacientes. A telemedicina hoje já é a nossa realidade, mas sem dúvida a consulta presencial é muito melhor. A telemedicina veio alavancar muito os nossos atendimentos, incluindo eu mesma: ontem fiz consulta com duas pacientes de glândulas, achei o máximo. Sexta-feira passada eu comecei com outras, umas de Angola. Eu acho que até isso amplia basicamente o nosso leque. Agora, eu acho que nós médicos somos educados pra tratar as doenças, e agora a gente tem que pensar, ter uma percepção pra pegar o nosso paciente e ajudar ele a promover mais saúde. Esse é o momento, com a Covid que chegou, que a gente tem que mostrar para o nosso paciente que ele, antes de ficar doente, tem condições de promover mais saúde para ele, criar bons hábitos, porque grandes perdas acontecem, a gente sabe: todos os pacientes são hipertensos, obesos, homens, enfim. Essa questão da prevenção da saúde eu acho que vai melhorar. E os nossos pacientes que nós procuramos estão assim mesmo, acho que eles estão com essa cabeça. Eles querem, antes de ficar doente ou antes de ter alguma complicação, procurar algum tipo de tratamento. Acho que eles já estão com essa visão.
Eron Falbo: [19:14] E que tipo de prevenção a gente consegue fazer como pacientes? Em termos especialmente da sua especialidade, né? Dermatologia.
Monica Linhares: [19:22] Às vezes você tem câncer de pele, às vezes você tem uma queixa de queda de cabelo, você tem alguns distúrbios hormonais, você tem hiperpigmentação na pele, que às vezes é característica de excesso de açúcar no sangue ou hiperinsulinemia. A pele pode estar ressecada demais, pode ser o hipotireoidismo. Enfim, várias coisas, como excesso de estresse. Tem muitas manifestações dermatológicas que são sinais de doença. O próprio COVID também. Hoje em dia tem manifestações dermatológicas e a gente sabe que é sinal de doença. Às vezes a pessoa passa por uma infecção, foi despercebida e teve umas manifestações dermatológicas, umas placas. Tem umas enredores no corpo, pulseira, e aí é manifestação até de COVID. Você mandou dosar, aí o paciente teve realmente COVID, já tá com anticorpo e nem percebeu.
Eron Falbo: [20:23] Tem praticamente, tipo assim, sempre uma novidade, né? Tipo, eu nunca tinha ouvido falar de uma manifestação dermatológica do COVID. Pô, cada caso tem uma manifestação, né? Tem algumas coisas aqui de sempre, né, que é coisa de sistema respiratório e tal, mas nunca tinha ouvido falar nada de dermatologia.
Monica Linhares: [20:49] O vírus faz uma reação inflamatória, não tem dúvida, e aí acomete muito o corpo. Então, além de algumas manifestações que são periféricas, como nódulos nos dedos, com vermelhidão, como também manifestações na pele.
Eron Falbo: [21:09] Opa, e aí, pessoal? Estamos de volta aí. Caiu a internet aqui. Mas agora voltamos. Beleza. A gente estava aqui conversando fora da transmissão sobre calvície.
Monica Linhares: [21:28] Pós-calvície. Queda de cabelo pós-COVID.
Eron Falbo: [21:32] É, queda de cabelo pós-COVID. Porque parece que isso é uma das manifestações, né?
Monica Linhares: [21:40] Dá uma queixa super comum, porque as pessoas ficaram muito inflamadas por excesso de cortisol, a ponto de ficar extremamente estressada, e baixa de cortisol também, a ponto de ficarem até deprimidas. E essa alteração do nível de cortisol, a maioria dos pacientes desenvolveu quebra de cabelo. Muitos, muitos.
Eron Falbo: [22:02] A gente estava falando sobre manifestações no COVID, queda de cabelo, e como... Aí a gente tava falando sobre o meu cabelo, que tá mais fino depois que eu tive COVID, e a Monica tava falando que... Como é que era? Que calvície vem da mãe, né?
Monica Linhares: [22:30] É, isso é uma questão de um traço genético, mas não tem nada a ver com a questão de uma queda de cabelo agora, nesse período. Porque o cabelo pode morrer por causa do excesso de estresse que os pacientes sofreram. Você fica nessa iminência de ter a doença e ficar com medo, e poder morrer. Então, isso gerou um estresse do mesmo tamanho nas pessoas. Então, eles acabaram desenvolvendo queda de cabelo, que a gente chama de eflúvio telógeno, que é a queda de cabelo que se dá mais ou menos depois de três meses do estado inflamatório. Então, seja pela doença ou até mesmo, mesmo que eu não esteja doente, ficou cerca de um ano.
Eron Falbo: [23:14] É justo o que aconteceu com você. Foi mais ou menos uns três meses depois do COVID que começou a aparecer essa entrada aqui, que eu estou falando de mim mesmo. Aqui no meu cabelo tem um tipo, como se fosse um redemoinho, sei lá, um lugar certo para pentear o cabelo, era como se fosse ali nesse lugar.
Monica Linhares: [23:38] Então, se não for uma alopecia androgenética que tenha características familiares ou decorra do COVID, o cabelo vai voltar a nascer, seja você tratando ou não. Você pode até estimular o crescimento, tem produtos que a gente usa hoje pra estimular o crescimento. Agora, se for uma alopecia androgenética, que é essa característica passada de mãe pra filho, aí sim você tem que tratar pra evitar ficar careca. Aí são dois tratamentos diferentes.
Eron Falbo: [24:08] E essa queda de cabelo, você tá falando que é por causa do estresse, do estresse de ficar com medo, esse tipo de coisa?
Monica Linhares: [24:16] Não, é causada por uma doença. O fato do paciente ficar doente acabou caindo o cabelo, como se fosse um estado de estresse que o paciente passa nesse período de iminência de estar morrendo, de ter tido a doença de uma forma leve, moderada ou grave, e ele passa por esse estresse, três meses depois ele manifesta essa queixa de queda de cabelo. É uma queixa que está sendo muito comum no consultório. É claro que, às vezes, quando a gente vai fazer aquelas dosagens laboratoriais, a gente também acaba percebendo que o paciente, mesmo após ter tido COVID, tá com um nível de estresse muito elevado, e a gente dosa o cortisol pra ver isso, ou então ele tá...
Eron Falbo: [25:06] Com... Uma das manifestações do Covid é mais estresse, é isso? Eu não tô entendendo de onde...
Monica Linhares: [25:14] Não, eu tô falando. Que apesar do paciente vir com a queixa de pé, ficar doendo logo o próximo dia, de forma do estresse a doença, e deu a doença mesmo, Também, quando ele vem com essa queixa, a gente pode investigar se também ele tá indo em momento de estresse. Quando você volta o cortisol, faz o exame laboratorial e que volta o cortisol, a gente consegue avaliar se ele tá com o cortisol elevado ou ele tá em momento de estresse. Então, se ele tá em somatopausa, o cortisol confirmado, tá levando ele até a depressão. Então, a gente tem como fazer essa avaliação laboratorial pra ele também, entendeu?
Eron Falbo: [25:49] Entendi, aí você analisa se tá, mas que influência tem isso? Aí se tiver com muito estresse...
Monica Linhares: [25:57] A gente tem que moderar os seus níveis de estresse.
Eron Falbo: [26:00] Oi?
Monica Linhares: [26:00] Você tem que tomar produtos ou suplementos que vão ajudar a moderar o seu nível de estresse, melhorar a sua qualidade de sono, orientar e praticar exercício... Entendi,.
Eron Falbo: [26:12] Mas isso é como um benefício geral, né? Tipo assim, o estresse tem alguma influência estética, dermatológica, alguma coisa assim?
Monica Linhares: [26:20] Tem na queda de cabelo, o stress que é a carga do peito.
Eron Falbo: [26:22] O stress que é a carga do cabelo.
Monica Linhares: [26:28] Mas não só isso, também tem a ver de ser responsável por doenças auto-imunes até também. Às vezes tem pacientes hoje em dia, já nos Estados Unidos, a maior causa de doenças auto-imunes em mulheres é por somatização mesmo, estrega, aqueles processos mal digeridos da vida. Se você não souber de herir isso, enfim, aproveitar a vida de outro jeito, você acaba ficando doente. Com aquelas pessoas que sofrem por dentro, né, até ponto de... Ao invés de explodir, quebrar um vidro com uma taça de vinho na cabeça do outro. Vai sofrendo, vai sofrendo, não consegue botar isso pra fora. E aí acaba desenvolvendo essas altruz. Várias mulheres têm tiroidite, têm síndrome de fosforifígio, jovem, ústica crônica, inúmeras doenças que são causadas pelos trans. E acaba você ficando doente.
Eron Falbo: [27:24] É, tem que tomar cuidado com isso mesmo, né? Porque a gente... Às vezes foca tanto em produzir, nas nossas ambições e qualquer coisa assim, e esquece desse lado que causa doenças graves mesmo. Eu mesmo tive... Tanto meu pai quanto minha mãe tiveram câncer. E... Eu... Claro que existem papéis científicos e tudo mais sobre isso, mas eu falo assim de experiência mais pessoal mesmo, eu vejo que o meu pai e minha mãe certamente pelo menos influenciou o nível de estresse, o nível de cobrança pessoal e irritação certamente contribuiu pro câncer. E eu analiso isso em termos de, vamos dizer, quase como se fosse uma providência divina. Eu vejo que, na minha opinião, eu acredito que as coisas não são aleatórias. Então, certas coisas vêm na vida como sinais. Porque eu acredito que no mundo, no cosmos, independente de falar de Deus, de religião, qualquer coisa, eu acredito que o cosmos é benéfico, é do bem, é para o bem. Então, eu não acredito que as coisas, por mais mal que seja, seja Covid, seja a Segunda Guerra Mundial, não vem por motivos ruins. Sempre vem pra gente se elevar de alguma maneira, pra humanidade se alinhar. Alguma coisa assim. Então, o câncer dos meus pais, por exemplo, eu acredito que foi pelo bem deles. E realmente, de fato, sim, você olhando pra eles depois do câncer, minha mãe se curou do câncer, meu pai mais ou menos, ele se coronou no início, hoje ele faleceu do câncer, mas durante bastante tempo ele viveu uma vida melhor por causa das lições que ele aprendeu. Por ter tido a doença e minha mãe também, virou uma pessoa melhor, uma pessoa mais calma, virou, aproveitou a vida de uma forma mais autêntica, vamos dizer, depois que teve a doença. Então, eu vi no seu dossiê que você gosta de física quântica, essas coisas.
Monica Linhares: [30:10] Adoro, adoro. E a saúde do cérebro, do intestino e a pele está intimamente ligada. Ano passado, investi muito em aprendiz dos cursos. Que passaram o seu online, os congressos que acabaram e passaram o seu online na minha área, eu fiz muito curso de gestão, mentorias, para entrar no mercado empresarial. Aí, esse ano, eu decidi mexer desse lado mais espiritual. E aí, eu adoro, vem estudando física quântica, vem os benefícios da lei da atração, enfim. Eu estou amando essa nova descoberta aí. Que é muito difícil pra gente que é médica, né? Porque médico é igual São Tomé. Ele só acredita naquilo que vê e ele comprova que teve resultado. Acreditar naquilo que não vê é muito difícil isso. É um exercício que tem que fazer com a gente. Existe uma outra energia.
Eron Falbo: [31:14] Isso que é interessante da física quântica, que a física quântica, eu acho que foi uma das maiores descobertas, vamos dizer, do século XX, porque tornou possível, dentro do mundo científico, fazer essa aproximação do mundo místico, do mundo religioso, porque realmente, dentro da das regras da física quântica...
Monica Linhares: [31:46] Tem uma validação científica.
Eron Falbo: [31:48] Oi?
Monica Linhares: [31:49] Tem uma validação científica, tem uma... se...
Eron Falbo: [31:53] Permite, por exemplo, duas coisas estarem no mesmo lugar ao mesmo tempo. Existe um mundo pós-material. O mundo quântico é metafísico, no sentido de que a física, as regras da física, vai até o mundo newtoniano, a física newtoniana, ou até a física de Einstein, no máximo a relatividade, etc. Mas a física quântica vai um passo além, lida com forças que são contrárias ao que a gente está acostumado no mundo que a gente observa. Tanto que tem aquele experimento em que um raio de luz passa pelo Hadron Collider, não sei como fala em português, mas aquela máquina gigantesca na Suíça que permite ver partículas quânticas, partículas subatômicas. E passa por essa máquina e, dependendo de quem está olhando esse raio de luz, um cientista vê uma partícula, outro cientista vê onda. Então, mesmo através da máquina, torna até a ciência subjetiva, o que é uma bizarrice, porque você sabe que um dos marcos da ciência é que a ciência é objetiva. O mundo religioso, o mundo místico, o mundo filosófico é subjetivo, depende de quem está analisando. Só que no mundo quântico é subjetivo, por um certo ângulo pelo menos. Não é tão simples quanto as pessoas normalmente pensam, mas é uma loucura que a gente pode analisar com equipamentos coisas subjetivas.
Monica Linhares: [34:01] Exatamente, a física quântica é isso. Mostra pra gente que existe energia baseada, além daquilo que você vê, baseada em estudos científicos. Desde a água, o poder da água, você falar com um copo de água diferente palavras de amor, de ódio e de indiferença, e aquelas partículas vibrarem de uma forma diferente. É fantástico isso.
Eron Falbo: [34:31] Tem um filósofo medieval chamado Maimonides que fala assim: mesmo na época medieval já existiam pessoas questionando, vamos dizer, como é possível conceber o criacionismo, ou seja, como é possível conceber um universo que tenha sido criado por um ser inteligente, um ser que intervém na realidade, sendo que a gente, nesse mundo, olha para as coisas, vê fósseis... é claro que na época medieval não tinha arqueologia, esse tipo de coisa, mas se questionava isso filosoficamente. E ele dá uma explicação que eu acho linda. Ele fala assim: imagina uma ilha que só tem homens. E o pessoal cresceu lá, nessa ilha, e só viu tudo que eles viram. Imagina explicar pra essas pessoas que, na verdade, primeiro eles vieram de um ser que é bem diferente deles, mulheres. Imagina explicar pra eles que, enquanto estavam dentro da barriga da mãe, eles não respiravam ar, porque quando a gente está na barriga da mãe, a gente não respira ar, a gente recebe nossos nutrientes através da mãe e tudo mais. A gente mora dentro da água, não respira ar e é totalmente dependente de um outro ser. Então, o que acontece com essas pessoas que moram nessa ilha é que elas estão no inverso: quando a gente vive nesse mundo normal, está no inverso de quando estava na barriga da mãe. Então é assim que a gente consegue conceber o criacionismo: que, dentro de um certo momento... aí ele explica, um certo momento depois do Big Bang, isso sou eu que estou falando, ele não fala disso porque não existia Big Bang na época. Houve uma época da Terra onde foi tudo diferente, era tudo como se a gente estivesse dentro da barriga da mãe. E hoje a gente vê o mundo com regras, com leis, que pra gente é o que sempre foi. Tipo, a gente está aqui respirando o ar, a gente está aqui comendo comida e ingerindo nós mesmos dentro do corpo, etc. Só que existia uma época onde era tudo inverso. Então isso é uma forma de explicar, filosoficamente, como é possível que, apesar de a gente ver fósseis, apesar de a gente ver tudo do jeito que a gente vê hoje, existia uma época em que era tudo com regras diferentes. E eu acho que a física quântica permite a gente ter essa imaginação, se permitir racionalmente acreditar nesse tipo de coisa. Porque antes da física quântica você olhava pra religião e tinha que ter aquela fé cega: tudo que eu vejo é contra a religião e eu tenho que acreditar nessas paradas porque o padre está falando, porque alguém está falando, entendeu? Você acreditava nisso. Hoje, com a física quântica, a gente consegue ter base racional para acreditar, para estudar, para ir mais além em termos místicos, religiosos.
Monica Linhares: [38:30] Não, até pra você, né? Quando você começa a estudar física quântica, nesse trabalho da energia, várias religiões usam o mesmo objetivo de manifestação energética. Sempre existe um campo energético indeterminado, não só no ser humano, mas nas plantas, nas pedras, em alguns objetos materiais também, que têm um campo energético que transmuta além daquilo que a gente vê. E aí a gente vai estudando física quântica, inclusive as religiões usam alguns desses elementos, que acabam sendo idênticos para todas elas, entendeu? É muito legal isso.
Eron Falbo: [39:14] Eu acho que em algum momento a gente foi por cima disso.
Monica Linhares: [39:17] Então, é uma mudança de paradigma. Todo mundo quer falar que ela pode, mas cada um acreditando no seu bem, claro.
Eron Falbo: [39:24] Isso é uma maravilha, porque esse tipo de sabedoria hoje em dia está sendo mais preservada dentro das religiões, misticismo, etc. Só que o problema disso é que tem muita superstição. Tipo assim, a pessoa fala: "Pô, você acredita em energia?" Aí eu: "Pô, como você acredita em energia? Pô, energia é, né?" Tipo, óbvio que existe energia. A questão é que muita gente acha que você está sentindo o que ela está sentindo. Aí entra numa coisa, às vezes, que é subjetiva, que é pessoal, que é supersticiosa. Só que, com a ciência entrando mais nisso, a gente pode desenvolver algo mais racional. Eu não digo de uma forma limitadora, digo de uma forma que possa esclarecer mais as coisas, que possa trazer luz para certas coisas que a gente já sabe no campo religioso.
Monica Linhares: [40:19] Na verdade, ela vem ensinar que a gente deve tomar consciência disso. Muitos dos nossos aprendizados estão em limitações que a gente acredita e que foram passadas também para a gente, que eram do passado, ou melhor, que era o que eles aprenderam. Então, você pode mudar, assim como a epigenética, que é a mudança, depois de 15 anos, das histórias genéticas dos nossos pais no nosso organismo. A gente também pode mudar, através da física quântica, todo esse nosso passado, se a gente tomar consciência e começar a vibrar dentro de uma outra energia. Isso porque a questão da longevidade e do antienvelhecimento tem a ver com isso: as suas características hereditárias hoje não representam muito daquilo que você é. Depende do meio em que você vive e dos seus hábitos de vida. Isso representa cerca de 85% daquilo que você é. Então, você pode ser mais velho ou mais novo. Dentro da física quântica eles vêm mostrar isso também, foi uma aula recente que eu tive, é isso. A gente também pode mudar esses paradigmas, porque às vezes o que a gente aprendeu no passado que era errado, as nossas limitações, é porque quiseram que a gente não acreditasse nisso, mas a gente também, entendeu?
Eron Falbo: [41:43] Isso é bem profundo e, tipo assim, é difícil pessoas céticas acreditarem, mas a verdade é que a gente está tendo cada vez mais evidências desse tipo de ideia. E, de novo, acho que o problema é que muita gente entra muito rápido nas coisas. Eu mencionei aquele experimento da luz e tal, aí a galera já usa isso pra, tipo, tudo subjetivo, entendeu? E vai muito rápido, entendeu? Pula pras conclusões, jump to conclusions, como fala em inglês, e, tipo, faz uma... não é exatamente assim, entendeu?
Monica Linhares: [42:25] O que é um julgamento antecipado?
Eron Falbo: [42:30] Exatamente, aí vai rápido demais. Tipo assim, isso causa muito ceticismo na comunidade científica, nas pessoas que são sérias. E cara, eu conheço uma galera que estuda... eu mesmo estudo ocultismo, e tem uma galera muito séria nesse mundo que também é contra, é muito cética. Galera que estuda ocultismo, estuda magia, estuda rituais com pentagrama, com várias coisas que não vale a pena entrar agora. Mas essa galera é séria mesmo, tipo, não é supersticiosa, é estudiosa, faz meditação, concentração, demora horas e horas e horas pra... Você participa de...
Monica Linhares: [43:23] Grupo disso? De estudo disso?
Eron Falbo: [43:24] Participei minha vida inteira, no momento agora tô ocupado demais pra participar, mas eu participei minha vida inteira disso e certamente vou voltar. Mas a ideia é a seriedade, independente de você ser religioso ou você ser cientista, ateu, não julgo ninguém. Eu não julgo, desde o cara que é supersticioso, Roberto Carlos, por exemplo, agora eu vou dando a volta por cima.
Monica Linhares: [43:56] Ele continuou fazendo, e eu tenho certeza que a superstição dele faz parte da energia dele.
Eron Falbo: [44:05] Exatamente, e a gente tem que fazer o que funciona, o que dá auto-emulsação pra gente.
Monica Linhares: [44:11] Se não, eu não estaria com essa carreira de sucesso até hoje.
Eron Falbo: [44:15] O Rafael Nadal tem uma coisa lá que ele faz, tipo, ele é grande, sacana, e faz um negócio...
Monica Linhares: [44:22] Quem é a gente que vai julgar? Cada um sabe a sua necessidade, até a sua experiência de ser cósmica, de ser espiritual, de magia, você tem que respeitar, são suas.
Eron Falbo: [44:38] O que não dá pra justificar é uma falta de seriedade, porque isso aí é preguiça, o cara pode ser cético. E também falta de cordialidade, by the way. Tipo assim, o cara, que é o Richard Dawkins, por exemplo. Richard Dawkins é um cientista, biólogo, famosíssimo, que luta contra as religiões. Só que ele não é cordial, entendeu? Ele fala de uma forma... Ele é sério.
Monica Linhares: [45:09] Não respeitando, né, o outro.
Eron Falbo: [45:13] É, exatamente. Tipo, não tem razão nenhuma. Então, ele se acha superior por alguma razão, porque ele descobriu Jesus na ciência, né? Porque ele descobriu Darwin, ele se acha superior às outras pessoas. Isso é um fracasso de caráter, e o argumento dele inteiro se sustenta a partir do fato de que a ciência é autossuficiente, que não precisa das religiões. E ele precisa de um banho de religião, de moralidade, para ele aprender a ser uma pessoa melhor. Então, ele destrói o próprio argumento pela pessoa que ele é.
Monica Linhares: [45:59] É, aí perde a visão, aí perde a razão.
Eron Falbo: [46:03] Tipo o Sam Harris, por exemplo, que é um cara que eu admiro bastante, ele é ateu, só que o Sam Harris é cordial, é do bem, ele medita, ele fala baixo, com respeito à outra pessoa, e aí dá para escutar mais o que ele está dizendo, apesar de eu discordar.
Monica Linhares: [46:31] Ótimo! Isso é uma nova descoberta que eu estou fazendo, esse ano eu decidi investir nisso, eu acho que vai somar muito, quem gosta de gente gosta de saber mais, eu sou muito curiosa. E quando eu tinha essa minha clínica da Bachada, as pessoas que trabalhavam comigo, eu falava: doutora, ela tem que acreditar nisso, existe. Tem gente que, enfim, tem uma olhada, faz isso, vai acabar, faz não sei o quê. Falava várias coisas dessas, e eu não achava que nada disso existia. É mó santoné mesmo. Até que, depois, eu comecei a ver que pode ser que a gente esteja em algum campo aberto e isso entre na nossa vida, ou então que você realmente tem que mudar a sua energia para conquistar as coisas que você deseja. E daí eu acredito que dá isso.
Eron Falbo: [47:22] Se existe ou não existe, não importa. O que importa é se funciona ou não funciona. Então, a crença em certas coisas, que nem você estava falando do Roberto Carlos ou do Rafael Nadal, que a gente estava falando, quando a gente analisa o mundo através da perspectiva quântica, de fato, o que importa no final é o que sai do resultado, o que sai daquela, tipo assim, um cientista vê partícula, outro cientista vê onda, entendeu? Se a coisa funciona ou não...
Monica Linhares: [48:02] É.
Eron Falbo: [48:02] Isso que é a onda ou a partícula, entendeu? Então, de onde...
Monica Linhares: [48:11] Depende do operador, do tipo de trabalho. Você enxerga aquilo que você quer. Então, eu falo isso até para os meus pacientes: vou fazer um preenchimento, tem um monte de gente que vai fazer preenchimento, vai fazer um botox. Agora, o seu resultado depende de quem está fazendo e depende de como você se enxerga. Se você está se vendo mais bonita, se está saindo mais feliz, você já vai ver resultado imediato. Se você já está de mau humor, chateada, o negócio nem funciona. Então, a energia vem disso, tem tudo a ver.
Eron Falbo: [48:52] É, então é isso, Mônica, foi um prazer enorme te ter no programa. Eu queria que, antes da gente terminar, você falasse onde as pessoas podem te encontrar para ter a pele mais bonita, ter mais bem-estar na vida. Especialmente esses jovens vaidosos que estão se preocupando com o futuro. E eu acho que dá certo, tem que começar a pensar mesmo cedo, fazer bons planos.
Monica Linhares: [49:22] Correr atrás depois, ficar velha, é ruim. Aí eu falo: tem muito trabalho pra fazer. Depois que deixou tudo cair, tem muito trabalho pra fazer. Melhor começar antes mesmo, isso previne. A prevenção sempre é o melhor remédio. Então, meu consultório fica em Ipanema, as pessoas podem ligar pelo telefone, tem o link na minha bio, com arroba doutora Mônica Linhares de Mato. Mas o que mais você quer saber?
Eron Falbo: [49:48] Você pode falar o telefone, o seu site...
Monica Linhares: [49:53] O site que está em construção é o Espaço Saúde Rico, vocês encontram ainda, mas agora a minha clínica mudou e está com o meu nome personalizado, Mônica Linhares, da Doutora Mônica Linhares. Mas o Espaço Saúde Rico vocês encontram no site, tem no Instagram, tem a página no Facebook, e o telefone de lá, que é o 98606-5495, que é o nosso WhatsApp, que a gente atende rapidamente cada um de vocês. E o telefone da clínica é 3874-3134. Isso aí. Foi um prazer participar aqui, fico super feliz de ter falado com você. Não foi à toa que a gente já se encontrou. Foi ótimo, adorei. Eron, obrigada.
Eron Falbo: [50:38] Valeu, Mônica, foi um prazer.
Monica Linhares: [50:40] Tem muitas coisas que a gente gosta de ouvir.
Eron Falbo: [50:44] Vamos nos encontrar mais e conversar mais.
Monica Linhares: [50:46] Isso aí.
No Alvo com Eron Falbo · episódio #98 · todos os episódios