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#102 A frequência de nossas energias e a potência da música

com Matias Mandala · 14 de mai de 2021

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Transcrição gerada automaticamente a partir do áudio, com revisão automatizada parcial. Os nomes dos interlocutores foram atribuídos automaticamente. Em caso de dúvida, o áudio do episódio prevalece.

Abertura e apresentação do convidado (0:00)

Eron Falbo: [0:07] Fala, Matias!

Matias Mandala: [0:09] Saudações, saudações!

Eron Falbo: [0:11] Beleza?

Matias Mandala: [0:13] Gostei da recepção, hein?

Eron Falbo: [0:16] Valeu, ficou legal?

Matias Mandala: [0:18] Amei, amei.

Eron Falbo: [0:21] Preparei aí pra você. Tô evoluindo um pouco aí, cada convidado tá recebendo agora uma nova intro, uma coisa diferente.

Matias Mandala: [0:34] Profunda, profunda.

Eron Falbo: [0:36] Cara, muito bom estar falando com você aí, que é um irmão ocultista, é um irmão explorador, aventureiro da alma humana, da mente humana.

Matias Mandala: [0:45] Sim, somos, somos, nós dois.

Eron Falbo: [0:50] Valeu, cara. Cara, conta um pouquinho sobre você, sobre suas origens, como você se vê, assim, para o pessoal poder te conhecer um pouco.

Missão espiritual e eras da Terra (0:58)

Matias Mandala: [1:03] Eu me vejo muito nessa missão espiritual, nessa transformação que o planeta está passando, e me sinto muito na linha de frente, sabe? Seja na informação passando para as pessoas, me unindo com pessoas que estão nesse mesmo propósito, nessa visão de mudança, que o planeta está passando de frequência, mudança frequencial.

Eron Falbo: [1:30] E o que significa isso? Que mudança é essa? Você está falando do Covid ou coisas... Era de Aquário?

Matias Mandala: [1:38] Tudo integrado. A gente está, como você falou, na Era de Aquário. A gente saiu da Era de Peixes, estamos nessa passagem na Era de Aquário. E a gente está na era das trevas ainda. A Terra teve duas eras de luz. A primeira chamava Lemúria e a segunda Atlântida. Então, a gente vai entrar na terceira era de luz da Terra, quando eleva a frequência.

Eron Falbo: [2:10] Isso aí de acordo com Helena Blavatsky, né? A outra moça.

Matias Mandala: [2:16] Isso, Helena Blavatsky na mosca. Também está escrito na Bíblia.

Eron Falbo: [2:23] De outras formas, né? Mas estou falando desses termos específicos aí da teosofia. Você estudou teosofia um pouco? Você foi da teosofia?

Matias Mandala: [2:32] Estudei. Eu fiz parte de um grupo também de magia, de alta magia branca. E estudo desde criança, budismo, cristianismo, então eu bebi de várias fontes aí pra chegar num sistema de crença próprio.

Eron Falbo: [2:53] Bota fé, esse grupo, depois a gente fala um pouco sobre esse grupo, eu quero ver o tanto que você pode falar ou não, mas esse mundo da magia que tá meio em voga, eu tava até assistindo, além de Harry Potter, essas paradas todas, aquele Shadow and Bone. Você assistiu esse seriado no Netflix?

Magia na cultura pop e dualidade (2:56)

Matias Mandala: [3:15] Esse não, Shadow and Bone não.

Eron Falbo: [3:16] Cara, porra, faz tempo que eu não vejo uma coisa bem feita assim. Porque o que eu vejo nesses contos de magia, normalmente a parte de preto e branco, de, vamos dizer, bem versus o mal, é um pouco preto e branco, entendeu? Tipo, não tem tanto a parte da sombra do mago branco, sabe? Normalmente é separado os dois mundos, né? E eu sinto falta, né? Nesse Shadow and Bone tem isso, é uma coisa meio ambígua, achei muito legal isso.

Matias Mandala: [3:56] Olha, e quebrando um pouco a dualidade, a gente ainda vive muito na dualidade disso que você falou, de querer dividir, e no fundo é necessário as sombras, é necessário os dois lados.

Eron Falbo: [4:10] Eu acho que, na minha opinião, a maturidade do mundo vem... E eu vejo isso em Hollywood. Se você compara os filmes dos anos 40, 50 e outras décadas até, acho que vagamente foi ficando mais aberto a esse lado sombrio. Por exemplo, você vê Dark Knight, do Batman. Cara, se você compara com o Batman, sei lá, do Michael Keaton ou do George Clooney, pô, ele tem até seus conflitos, mas ele não é do mal, sacou? Do Dark Knight, ele é super ambíguo, ele tá disposto a matar, entendeu? Ele não acredita na humanidade, ele é super... Então assim, ele tem pouca coisa do bem, né?

Matias Mandala: [5:04] É, total. Na mosca mesmo.

Eron Falbo: [5:08] Eu tô gostando.

Matias Mandala: [5:09] Cada vez mais vai ter esse conflito, né? A gente tá numa guerra espiritual acontecendo, né? De frequência. Então...

Eron Falbo: [5:21] O bom é que essa guerra espiritual... Então... Peraí, antes de falar isso, vamos brindar, porque eu não estou preparado para falar de guerra espiritual antes de brindar.

Matias Mandala: [5:30] Amém, amém.

Eron Falbo: [5:31] Guerra espiritual, a gente vai já entrar agora no auge aqui da conversa, pô.

Matias Mandala: [5:39] Sim, sim.

Eron Falbo: [5:43] Valeu, valeu. Salve, salve. Conta aí.

Guerra espiritual e frequências musicais (5:44)

Matias Mandala: [5:53] A gente está vivendo uma guerra de frequência. Essa guerra espiritual é frequencial. Todos os sentimentos, tudo que você sente, pensa, tudo tem uma frequência inerente. E a gente está sob o controle, mal ou bem, como eu falei antes, das trevas, que são os poderosos, as grandes empresas, o Iluminati, o Monsanto, e tudo faz com que a gente fique meio robotizado.

Eron Falbo: [6:22] Eu só achei que você falou Monsanto junto com Iluminati. Tipo, Monsanto é uma parada relativamente moderna, né? O Iluminati é uma coisa lendária. Monsanto, transgênicos e fraternidade bavária. Gostei, gostei. Desculpa, cara, interrompi.

Matias Mandala: [6:40] Nada. Mas o Iluminati, tem pessoas que falam que tem os dois polos, né? O polo, digamos, da luz e das trevas. Mas eu conheço mais o outro polo, que é o polo do poder, o outro que quer controlar. E esse lado frequencial que a gente está conversando, ele está em tudo. Por exemplo, nas músicas, você é músico e tal, as gravadoras, elas colocam os hertz em 440, que é o hertz da confusão, do caos. Se você joga 440 num rio, o rio fica bagunçado, né? E já o 432 é o hertz da simetria, que é o hertz, digamos, divino, né? Então, os artistas, eles podem fazer músicas positivas, passando uma mensagem bacana, só que na hora a gravadora vai jogar no 440 por causa desse controle.

Eron Falbo: [7:38] Você acredita que isso é conscientemente? As pessoas, tipo, fazem isso pra confundir?

Matias Mandala: [7:44] A todo instante, os agrotóxicos calcificam a nossa glândula pineal.

Debate sobre controle global e Illuminati (7:51)

Eron Falbo: [7:52] Qual seria o ganho das pessoas fazerem isso?

Matias Mandala: [7:56] Ter mais poder. Porque se as pessoas não estão com expansão de consciência, elas são mais fáceis...

Eron Falbo: [8:06] Porque eu penso assim, tipo, sei lá... Um governo totalitário num país, se ele tá fazendo certas coisas... Primeiro, do jeito que eu estou falando, é a minha opinião. Tipo assim, tem um governo totalitário, eu acho que os indivíduos dentro do governo totalitário, eles têm todo um medo de perder o emprego deles. Só que eu acho que, individualmente, ninguém quer que aquele governo perpetue. Tipo assim, a maioria vê que tem um problema, só que eles têm que perpetuar aquela coisa porque a máquina funciona daquela maneira. Eu não acredito que existem seres humanos que... Isso é, sei lá, uma teoria de Platão, né? Ninguém faz o mal conscientemente. Eles acreditam que estão fazendo o bem. Eles percebem aquela coisa como bem. Então, você tá argumentando que eles veem que ganham poder com isso, né? Só que você realmente acredita que tem pessoas que entendem a esse ponto pra poder controlar, que as gravadoras lancem em 440 Hz? Conscientemente, a ponto de saber que isso é atrelado ao poder e saber que isso é atrelado ao caos, e ao mesmo tempo fazer isso?

Matias Mandala: [9:27] E os artistas que sabem disso, que procuram os 432, são perseguidos, não conseguem... Teve até um caso de um rapper que... Eles matam de uma forma sutil, sabe? Eles silenciam essas pessoas. Você sabe disso?

Eron Falbo: [9:47] Como é que... Tipo assim, esse exemplo desse rapper aqui, o que aconteceu?

Matias Mandala: [9:52] É, tiveram várias músicas que descobriram isso, porque a ciência comprova isso que eu tô falando, né? Dos 432 e dos 440.

Eron Falbo: [10:00] Isso eu não tô nem duvidando. Eu nunca tinha ouvido isso antes, mas eu gostaria até de ver. Mas eu não vou duvidar, tipo assim. Na verdade, eu não tô duvidando de nada. A partir da minha perspectiva de vida, eu pessoalmente não acredito que existe um grupo organizado controlando o mundo, né? Mas a gente pode entrar nisso, porque eu também, tipo assim, eu fui maçom, Rosa Cruz, teosofia, O.T.O., Ordo Templi Orientis, do Aleister Crowley, ainda sou, tecnicamente, mas eu fui todas essas coisas, e essa galera não consegue nem pagar a luz da loja, assim, não consegue nem se organizar, entendeu? E muita gente acha que... tipo assim, ao mesmo tempo eu sou judeu, então as pessoas acham também que os judeus dominam o mundo, e, pô, os judeus não conseguem nem concordar. Tem dois judeus, três opiniões. Então, eu realmente não acredito que exista um grupo conciso controlando o mundo. Então, eu gostaria de entender como... Mas eu respeito sua opinião e, pô, eu conheço muita gente que acredita nisso. Eu só quero entender como é que funciona na prática, entendeu? Porque o jeito que eu já vivi não foi.

Matias Mandala: [11:16] Por exemplo, tem esse exemplo do rapper. Ele se chama XXXTentacion. Vários músicos entraram em contato com isso que a gente tá conversando, sobre a frequência das músicas. E o XXXTentacion foi o que mais levantou a bandeira contra o 440, pra que todos os gravadores começassem a gravar no 432.

Eron Falbo: [11:49] Mas o que que prova que elas não começaram a gravar por causa de alguma conspiração? Isso que eu tô tentando, tipo assim.

Matias Mandala: [11:55] É, então... No óbito dele aparece uma overdose. E essa overdose foi feita por esses, vamos dizer, esse grupo, né?

Eron Falbo: [12:11] Não, tá bom, mas você tá dizendo isso, mas eu tô dizendo... Eu tô falando porque eu fui da indústria fonográfica, né? Tipo, eu lancei disco, etc., lancei algumas coisas pela indústria fonográfica mainstream, né? Eu lancei pela Universal Music, distribuído, foi pela BBC, pela rádio e tal, e ninguém nunca me perguntou sobre a frequência de músicas que eu queria lançar ou não, e ninguém nunca falou nada sobre isso. Pode ser que aconteça agora, pode ser que seja nos bastidores, qualquer coisa assim. Só que, no meu ver, por exemplo, na BBC, se a rádio BBC vai lançar uma música... Eu acredito que existe uma... Eu não entendo muito da parada de frequência, entendo um pouquinho, mas não entendo o suficiente. Eu acredito que existe um formato mundialmente aceitado, que é 440 Hz, que funciona com todas as emissoras, etc. E existe um problema de compatibilidade e tudo mais, que se fosse trocar ia ter que mudar as rádios, ia ter que mudar as antenas, ia ter que mudar uma série de coisas. Eu tô dando um pouco do que você tá falando, pode até ser que tenha mais confusão, vamos dizer, mais confusão no 440 e não no 432, mas pode ser que isso tenha sido trazido para esse grau porque talvez tenha mais apelo comercial, mais uso de frequências, por exemplo, de baixo e de alto. O que vende em música pop é muito baixo e muito alto. As frequências do centro não têm muito apelo comercial, é por isso que eu não vendi nada no mundo musical. Mas existe esse conceito. Então, pode ser, isso aí eu tô chutando, depois a gente vê, verifica aí. Se as pessoas de casa... Aí, Milena, se tiver alguém falando com a gente, ou se ninguém tiver nem aí, você fala também. Mas se alguém tiver falando alguma coisa sobre isso, de repente as pessoas de casa sabem. As pessoas de casa, tipo, eu tô em casa também, as pessoas como nós sabem alguma coisa sobre isso. Mas o que eu estou oferecendo? De repente não é um grupo controlando, de repente é o lado negro da humanidade, que é, por exemplo, o caminho mais fácil, ou seja, o baixo que faz a gente mexer o esqueleto, e o alto que faz a gente prestar atenção. Não sei, é tipo isso, os caras pegam qualquer boyband, é altíssimo.

Matias Mandala: [15:07] É...

Eron Falbo: [15:07] Entendeu? Tipo, uma coisa é pra chamar a atenção, enquanto a outra... Entendeu? Um é pra mexer o inconsciente, o esqueleto, o outro é pra chamar a atenção. Então, de repente, a frequência tem a ver com isso, entendeu? E as pessoas, os mestres da caverna, são só pessoas que querem ganhar dinheiro. Tipo assim, Pitágoras dizia que tem três tipos de alma: de ouro, de prata e de bronze. As de ouro estão assistindo às Olimpíadas, as de prata estão competindo, e as de bronze estão vendendo cachorro-quente, se aproveitando do fato de que está todo mundo lá. Então, talvez os mestres da indústria estejam se aproveitando do fato de que as pessoas são movidas mais fácil com essas frequências. E não tem grande mistério o Illuminati. Quer dizer, existe o Illuminati, só que eu não acho que o Illuminati tá fazendo isso, entendeu? Existe o Illuminati da Baviera, isso virou maçonaria, virou várias outras fraternidades, etc. e tal. E existem certos grupos, né, de presidentes que se encontram com empresários, qual é o nome... Bilderberg, tem umas paradas assim, isso existe de fato, não é uma dúvida, isso existe. Só que eu acho que, tipo assim, Foro de São Paulo, né? Tipo, o Olavo de Carvalho fica, pô, o Foro de São Paulo tá controlando. Cara, se o Foro de São Paulo fosse tão competente assim, pô, o Brasil não ia ser tão fudido. E a máfia do PT ia ser muito pior do que é. A verdade é que tem vários grupos no mundo lutando por influência e lobby. Essa é a minha visão, até porque eu já fiz parte de alguns desses grupos, como eu falei. E a galera não é tão competente quanto gostaria de ser, ou quanto já foi em algum momento, e vai mudando. Mas eu não acho que existe um grupo, entendeu, tipo os répteis, dominando o negócio todo, porque senão o mundo ia ser muito mais claro, entendeu? Bom, esse foi o meu... O que você acha sobre essa parada das frequências que eu falei?

Alimentação, agrotóxicos e glândula pineal (17:12)

Matias Mandala: [17:32] A base do controle é pela alimentação. No Johrei, na religião messiânica, eles colocam três pilares: a alimentação; o Johrei, que é a energia que passa por nós no corpo, que pode chamar de prana, ou os orientais vão chamar de ki; e o belo, que é onde Deus se manifesta de uma forma simétrica. Você tem uma flor em casa, já equilibra todo o feng shui. Esse lado da alimentação, que é a base, que eu coloco até como o primeiro, é o lado dos arbitróxicos, que calcificam a nossa glândula pineal. Também comentamos mais cedo que ela é a nossa antena espiritual. Ela vai produzir a serotonina, que dá ação, motivação, alegria. Eu atribuo muita serotonina à polaridade masculina. A glândula pineal vai produzir a melatonina, que eu atribuo muito à polaridade feminina, que é da gente se renovar, da saúde, da contemplação, do amor; essa é a melatonina. E o DMT, que é a dimetiltriptamina, o DMT é a cola do mundo espiritual para o mundo material, que cola isso tudo.

Eron Falbo: [18:58] Eu estou bem familiarizado com o DMT.

Matias Mandala: [19:04] Por que eu dei esse volteio todo? Porque isso do controle da humanidade vem por aí. As grandes empresas, elas calcificam nossa glândula, seja com... Você vê, todas as grandes empresas, vamos supor... É complicado falar o nome, mas vamos botar, por exemplo, o McDonald's, ou qualquer alimento desse mais industrial. Esses alimentos, eles calcificam nossa glândula e fazem com que a gente se desconecte da nossa essência, fazem com que a gente fique robotizado, com que a gente precise de farmácia.

Eron Falbo: [19:43] Mas Matias, assim, voltando, tudo que você falou eu concordo. Como que eu concordo? Eu concordo que existem certas coisas que fazem o ser humano brilhar, e muitas das coisas que a gente vive no mundo hoje atacam diretamente essas coisas, como simetria divina, ou simetria no geral, harmonia, até a boa alimentação que a gente antigamente tinha mais, e realmente as grandes empresas usam do que é pior do ser humano para vender mais, etc. e tal. O que eu discordo é que eles estão fazendo isso conscientemente. Por quê? Porque eu acredito que muitos... e eu já conheci pessoalmente CEOs, diretores dessas grandes empresas, que são contra, tipo assim, o CEO do McDonald's, aposto que ele come bem pra caramba e não come McDonald's, entendeu? Mas não é porque ele tá conscientemente controlando, é porque eu acredito que o que vende é o lado negro da humanidade. Então, tipo assim, se eu sou um ser humano sem iluminação, sem ser iluminado, e eu chego numa... não é um bom exemplo, mas vamos dizer que tivesse comida boa num shopping, né? Se eu chego numa praça de alimentação num shopping e vou escolher, eu tô atrasado, eu tô preocupado, eu não medito, então eu tô estressado. Já que eu tô estressado, eu acho que o que vai liberar meu estresse é se eu ganhar mais dinheiro. Eu acho que, se eu ganhar mais dinheiro, algum dia eu vou poder ir pra uma praia e ser feliz. Aí eu penso: ah, então já que eu tô estressado eu tenho que trabalhar mais, e já que eu tenho que trabalhar mais eu tenho que ir correndo, e já que eu tenho que ir correndo eu vou pro lugar mais rápido possível, aí eu vou pro McDonald's, que é mais rápido. Mas aí o McDonald's entendeu que o ser humano é assim, tanto que se você ver o McDonald's 60 anos atrás, ele era muito mais saudável do que hoje em dia. Vai ficando cada vez pior, porque comida mais rápida é mais fácil de produzir, mais fácil de expandir, mais fácil de abrir em outros lugares, mais fácil de exportar, mais fácil de transportar. Isso tudo vai se tornando mais rápido, mais fácil de vender, e por isso mais lucrativo. Aí o que acontece? Aquele cara lá, que não é iluminado, ele tá culpando o McDonald's pela sua falta de ser iluminado. Só que, cara, você tem a escolha de meditar, você tem a escolha de ser mais consciente, estudar a origem dos alimentos, e você chega lá e o McDonald's não tem poder nenhum sobre você. Agora, eu não acredito que é culpa de um CEO do McDonald's, nem de algum mestre da caverna que está fazendo isso. Eu acho que os mestres da caverna estão agindo inconscientemente, que são o McDonald's, essas coisas. Eu acredito que eles também são vítimas, eles também estão sofrendo a influência do McDonald's, eles também estão dentro da caverna, né? Tem a metáfora de Platão, né, dos mestres da caverna fazendo o fogo, dá pra ver aí a sombra? Só que o grande insight de Platão é que os mestres da caverna também estão dentro da caverna, sacou? O que você está propondo, na minha opinião, é que os mestres da caverna estão fora da caverna e estão manipulando a galera dentro da caverna, ou seja, eles sabem qual é a verdade e estão manipulando a galera dentro da caverna através de Wi-Fi.

Monsanto e sementes estéreis (23:33)

Matias Mandala: [23:41] É, o que eu estou propondo é isso, porque, até... até o que a gente comentou antes, do Monsanto. O que a Monsanto faz: ela quer ser a dona de todas as sementes. Então, ela pega as sementes e faz com que elas não possam se reproduzir... Está faltando a palavra agora. Mas, quando você... eles são donos das sementes.

Eron Falbo: [24:16] Estéreis.

Matias Mandala: [24:17] Estéreis, é essa a palavra. Eles pegam todas as sementes do mundo e transformam essas sementes em sementes estéreis, para eles terem controle de todos os alimentos.

Eron Falbo: [24:27] É que eles não pegam tudo do mundo, eles estão fazendo a indústria deles. O que eu estou propondo para você: será que eles não estão só tentando fazer uma indústria mais lucrativa? Por que não? Porque, assim, tem o princípio da ciência: quando você tem duas hipóteses, e uma é mais fácil de fazer e é mais lógica, é o caminho mais rápido entre duas pontas. Por que a Monsanto não estaria só tentando ganhar mais dinheiro e monopolizar a agricultura?

Matias Mandala: [24:57] A partir do momento que a Monsanto, o McDonald's, vendem um alimento que não é alimento... Se você pegar um hambúrguer e deixar ele fora da geladeira, sem qualquer tipo de conservação...

Eron Falbo: [25:15] É melhor, isso aí preserva com mais facilidade e é mais barato. Não é porque eles são malignos, é porque é mais barato.

Matias Mandala: [25:22] É porque, para ser sincero, eu me alimento também de fast food, bem raramente.

Eron Falbo: [25:27] Eu também, porra, adoro. Eu tô te falando: você tem alguma evidência de algum momento em que a Monsanto ou o McDonald's fizeram alguma coisa que é mais cara pra eles? Porque isso provaria o seu ponto. Tipo assim, se eles fizessem uma coisa mais difícil, mais cara pra eles, que não aumentasse a indústria, não desse mais dinheiro pra eles, e mesmo assim continuassem fazendo só para ser malignos, aí eu concordaria com você. Mas até agora todas as evidências mostram que é porque, porra, é mais fácil.

Matias Mandala: [25:55] Então, mas aí que está: o maligno que a gente está comentando está numa zona de arrebição. Se você está vendendo um alimento...

Eron Falbo: [26:03] Mas é inconsciente, é isso que eu estou falando, é o lado negro do ser humano, não é uma manipulação consciente. É porque eles querem ganhar mais dinheiro.

Matias Mandala: [26:13] Até certo ponto, por exemplo, porque aquele outro exemplo da indústria fonográfica, o Hertz... eles sabem do Hertz, eles têm pesquisa...

Eron Falbo: [26:26] Eles ganham mais dinheiro, mas o 440 não ganha mais dinheiro?

Matias Mandala: [26:30] Porque a gente está na frequência do caos ainda, a gente está no quinto selo do apocalipse.

Eron Falbo: [26:36] Mas eu garanto: você vai a uma festa, você já foi a uma festa?

Matias Mandala: [26:52] Eu moro aí.

Eron Falbo: [26:54] Então, numa boate, sacou? Eu já organizei muita festa. Se você organizar uma festa... No começo, quando eu organizava festa, eu fazia isso: botava, no começo da festa, jazz, música boa, sacou? Aí, o que que eu descobri? Descobri que a galera entrava na festa e ia embora, gente! Sacou? Porque o que a galera quer é caos, entendeu? Eles não querem estar lá para se ouvir, não querem ouvir o próprio coração, não querem ver o outro, eles querem entrar ali pra esquecer da vida, entendeu? Então eu botava lá o 440 Hz do caos, porque, se não, a galera não pagava o ingresso, não ficava lá, não consumia, e eu não ganhava nada, sacou? Então o que acontece? O que eu tô falando é que eu não estava lá fazendo isso porque eu era maligno, eu estava fazendo isso porque, cara, dá pra fazer uma festa e ganhar dinheiro.

Matias Mandala: [27:46] Claro. É, às vezes também não tem tanta essa divisão entre maligno e benigno. Tem a divisão do momento que a gente tá vivendo. A gente até comentou antes: a gente tá na Era das Trevas, a gente tá entrando no...

Eron Falbo: [28:04] Eu concordo com você, isso é bom.

Matias Mandala: [28:06] A gente tá entrando no quinto selo do Apocalipse.

Eron Falbo: [28:09] O meu lance é só entre consciência e inconsciência, porque eu também toco caos, eu também estou desalinhado, eu também estou contribuindo, não é só mão-santo, é porque eu luto contra, sinceramente, em termos de ativismo político, eu luto contra um conceito de vítima e opressor, sacou? Porque eu acredito que a gente não vai se libertar desse caos se a gente se chamar de vítima e chamar outro ser, outra empresa, outra coisa de opressor. Então alguém poderia chegar na minha festa que eu estava organizando com 18 anos, que eu organizava festa, pô, eu vivia disso com 18 anos já, eu organizava festa. Então alguém podia entrar lá e falar: porra, o cara tá botando 440 Hz pra tocar o caos, sacou? Só que eu tava só querendo me emancipar dos meus pais, sacou? E crescer, comprar meus livros, jogar xadrez, é isso que eu fazia na época. Então eu tava tentando me iluminar, sacou? Como? Através de tocar o terror, pra outras pessoas ouvirem, sacou? Tudo bem, eu tava consciente disso, cara, até certo ponto eu estava, mas até certo ponto as pessoas também estão se divertindo, sacou? Estão se libertando da preocupação, do estresse, de qualquer coisa. Então tem um lado bom ali do caos naquele momento, porque o caos também é parte da vida, né? A gente não consegue ver uma letra escrita no papel branco a não ser que ela fosse negra, porque se ela fosse branca no branco, a gente não ia ver porra nenhuma, a gente não ia aprender nada. Então a gente precisa do lado negro para poder ver o lado branco e vice-versa. Então o que eu quero propor com isso é tipo, isso é meu ativismo pessoal político: é largar de mão dessa parada de opressor e vítima. Tem os ricos que estão se aproveitando dos pobres. Tem os brancos que estão se aproveitando dos negros. Os homens estão se aproveitando das mulheres. Aí o que isso causa? Causa que os políticos, os mestres da caverna, usem as mulheres, usem os negros, usam até os brancos. Na direita usam os brancos, usam os militaristas, sei lá, porque tem essa polarização, que só quem se beneficia são os memes mais desumanos, tipo o Estado, o Estado puro, o Estado por si só, sem pensar na sociedade. Então o que eu tô falando é isso, tipo, Monsanto, na minha opinião, não é maligna, Monsanto cara, a Monsanto é um meme, sabe? É uma empresa. As empresas, eu concordo que é tipo os estados, são desumanos. Mas, cara, na Monsanto não tem seres humanos conscientemente escravizando outros seres humanos. Isso eu não acredito, porque eu acho que os seres humanos da Monsanto estão tentando fazer o bem igual Madre Teresa de Calcutá. Porque a Madre Teresa de Calcutá também tinha vícios, sacou? Também tava tocando caos de uma maneira ou de outra. Provavelmente tinha uns fetiches sexuais bizarros, não sei, tô brincando. Mas pela roupa dela... Você entende o que eu tô falando? Tô falando uma parada espiritual, tipo... Você estuda o ocultismo, né? Você é do ocultismo. No ocultismo a gente vê isso, né, cara? O mundo é mais complexo que isso.

Vítima, opressor e dualidade das trevas (28:20)

Matias Mandala: [31:51] Essa parte que você falou de lado consciente ou inconsciente, eu não sei quanto que eles fazem também de forma consciente, mas com certeza é o que você falou das festas que você dava. Se você botasse a música boa, o jazz bem tocado e tal, as pessoas não iriam responder da mesma forma.

Eron Falbo: [32:20] Exatamente.

Matias Mandala: [32:22] Mas é por isso que a gente tá... A gente comentou antes e é desse motivo, a gente tá nas trevas, são os sete selos do Apocalipse.

Eron Falbo: [32:39] A gente tá juntos nas trevas, sacou? Esse é o ponto, entendeu? Você entende o meu ponto? Você entende o que eu tô querendo dizer? Sem apontar os dedos, a gente tá nessa merda juntos e vamos sair juntos.

Apocalipse, 144 mil seres e Anticristo (32:43)

Matias Mandala: [32:53] Na Bíblia, não só na Bíblia, como também no Budismo, todos os escritos sagrados, eles falam da... São 144 mil seres, né? No Budismo vai chamar de Maitreya. No cristianismo, ele vai chamar de seres crísticos. Quando 144 mil seres descem na Terra, eles encarnam na Terra, eles começam a ser os líderes da mudança planetária. Eles já estão encarnando, esses 144 mil. Por isso que a gente está na passagem. A gente até piscou aqui a luz agora. É muito forte isso, isso é muito real. A gente passou nessa vida do terceiro... Nessa vida não, porque nós dois não éramos nascidos, né? Mas a gente foi do terceiro pro quarto selo do Apocalipse, na vida do anticristo que, na minha humilde opinião, foi Hitler. Foi por tudo que o anticristo simbolizava, de usar os artifícios, né? A águia e o beija-flor são os seres dominadores dos céus. Ele usava a swastika ao contrário, porque a swastika é um símbolo indiano muito antigo. Ele usava tudo ao contrário para fazer essa ideia de que tinham os brancos, os arianos, eram superiores aos demais. A gente entra no quinto selo do Apocalipse, a gente está no quarto. A gente está entrando no quinto selo quando morre um terço da população mundial. Ou seja, é necessário... Que é o Covid, né? Por isso que eu toquei nesse assunto. O Covid é o grande responsável por essa desiluminação de um terço da população.

Eron Falbo: [34:42] Bom, eu sinceramente, com humilde opinião também, eu não me impressiono muito com essas paradas proféticas e apocalípticas, porque, cara, em todos os tempos a gente tem vários autores. E, by the way, eu acredito em profetas, e eu acredito até em tudo que você está falando, eu só não acredito que existem evidências, por exemplo, que Hitler era, sei lá, o sétimo cavaleiro do Apocalipse, ou o Anticristo.

Matias Mandala: [35:16] É, isso é uma ideia minha, né?

Eron Falbo: [35:17] Não, ok, mas outras pessoas já falaram isso, não é uma coisa tão, vamos dizer, chocante, né? Tipo assim, porra, muita gente vê, e também eu tenho a intuição de que a gente tá em tempos bizarros. E assim, porra, acho que o Isaías falava que o Messias vai falar e todo mundo vai ouvir ao mesmo tempo. A gente tá nos primeiros tempos da história em que isso é possível, né? Alguém falar e todo mundo ouvir ao mesmo tempo. Então tem certas... Coisas assim bizarras, beleza. Só tô dizendo que muita gente já acreditou isso antes. Então eu acho assim, como um ocultista sério, como um cientista também, eu humildemente me considero um estudioso. Mas eu me considero um estudioso cético. Porque eu acho que se você não for cético, você acaba entrando dentro de uma... A gente, por ser um ser humano, por viver nas trevas, a gente acaba entrando em armadilhas das nossas próprias trevas. De wishful thinking. Eu adoraria ser especial e viver nos últimos tempos, entendeu? Só que, porra, é possível que eu seja, é possível que não. Então algumas coisas são evidências, só que assim, eu também não estou dizendo que você está errado, estou dizendo assim, no meu ver, e também eu não sei o tanto que você entrou, eu não estou nem te julgando para dizer que você não é cético, de repente você, porra, você estudou pra caralho isso, você foi cético e duvidou e tal, e mesmo assim você está convencido disso, beleza. Agora eu mesmo não tô convencido, porque eu não tive evidência suficiente. Esse é o meu ponto. Eu acredito que é isso que a gente tem que fazer, independente se você é a favor de religião, ciência, qualquer coisa que seja séria.

Feminino, patriarcado e mitologia (36:56)

Matias Mandala: [37:05] A gente vai criando o nosso sistema de crença ao longo da vida. Nesse momento, eu sinto como se tivesse tudo meio ao contrário, sabe? Até você comentou desse lado do feminino, das mulheres serem subjugadas e tal.

Eron Falbo: [37:29] Não, eu falei que as mulheres acham que são subjugadas, eu não acho que elas são subjugadas. Eu acho que quem fala isso está subjugando... As mulheres que estão falando isso estão subjugando elas mesmas. Porque eu acho que, pô, elas têm que falar: eu que sou subjugado por quem? Porque o homem não é superior a mim, eu não sou subjugado por porra nenhuma. Eu sou superior ao homem, por que que eu vou ser subjugado? Quem é o homem que eu vou ser subjugado?

Matias Mandala: [37:55] Mas em todos os escritos sagrados, a gente vive numa sociedade patriarcal, que vai colocar até...

Eron Falbo: [38:01] Isso são algumas pessoas que dizem: eu não acredito nisso. Eu acho que as escrituras, sim, têm uma hierarquia entre masculino e feminino, e eu acho que isso, em muitos momentos, serve para edificar a mulher, e em muitos momentos serve para subjugar a mulher. Em muitos momentos, nas escrituras, as mulheres são edificadas muito além do homem. Tipo assim, nas escrituras hindus, apesar de hoje em dia a sociedade hindu ser supostamente patriarcal, o feminino ganha do masculino em muitas ocasiões mitológicas. O feminino é tido como dominando o homem, como sedutor, e o homem não consegue se controlar. Na mitologia grega tem as sereias, que dominam o Odisseu. A única coisa que domina o Odisseu, o Ulisses, são as mulheres. O símbolo de poder, isso aí tem que ser usado pelas mulheres, não é? No momento em que a mulher é subjugada, tem momentos em que o homem é subjugado pelas mulheres em todas as mitologias do mundo, só que isso tem que ser usado pelas mulheres. Tipo, a realidade é a gente que cria, cara. Não existe um, pô, o mundo é assim, sacou?

Matias Mandala: [39:16] É, e são círculos, né? Tem os ciclos, que nem você falou, de às vezes estar em uma polaridade, às vezes a outra. Mas eu acredito que até essa mudança, ela vai ser liberada pela polaridade feminina. Tanto nos homens. Nesse grupo de magia que eu fiz parte, eles falavam que o Rio de Janeiro é o ápice da androginia. Androginia é justamente o meio-termo, né? Deus é andrógino, né?

Eron Falbo: [39:50] Sim. O Deus dos deuses.

Matias Mandala: [39:53] Deus dos deuses. O Criador, ele é andrógino, não tem essa divisão de polaridade quando a gente vai se elevando. E se a gente reparar, todos os líderes que tiveram na história, Jesus Cristo, Bravats, que a gente comentou, própria Maria...

Eron Falbo: [40:11] Ela é meio caminhoneira mesmo.

Matias Mandala: [40:12] São todos andróginos. Até Maria Madalena era. E todos têm uma energia sexual muito forte que, às vezes, é escondida. Jesus Cristo tinha uma energia sexual poderosíssima. Buda também, só que eles vão direcionando essa energia.

Eron Falbo: [40:36] Buda não é só andrógino, ele é... como é que chama... ele é bi-pesal. Ele tem dois pesos. Ou ele é magrinho ou ele é gordão.

Matias Mandala: [40:49] Esse lado gordo e careca de Buda é para quebrar os paradigmas, não é? Porque na Índia, para você ser um nobre, você era magro e com cabelos longos e bem tratados. Então ele usa essa figura de gordinho e careca.

Eron Falbo: [41:12] Ele era asceta, né? Ele era asceta e durante um tempo não aceitava comida, né? Antes dele se iluminar e ir pra Nirvana, né? Sair do samsara e ir pra Nirvana. Ele começou a comer de novo e falar, pô, você pode ir pra rua e ser ascético e mesmo assim ser gordão, ser farto, né?

Matias Mandala: [41:33] Esse daí, quando ele quebra isso, ele era praticamente um faquir, né? Ele só meditava e bebia água da chuva. Deixava o potinho em frente e ficava bebendo aquela água da chuva mesmo. E aí ele, até na minha opinião, é o maior milagre de Buda. É assim que eu gosto mais, quando ele descobre o caminho do meio. Ele está ali meditando, com um potinho d'água chovendo, ele só toma aquela água, ele está lá de olho fechado, e aí passa uma barca com o professor de sitar, né? Aquele, tipo um violão indiano, né?

Eron Falbo: [42:08] O George Harrison.

Matias Mandala: [42:10] É por aí. Ele tocava até, né? O professor falou para o aluno: você não pode apertar muito a corda, porque se você apertar ela estoura; você não pode deixar muito frouxa, porque senão ela não faz o som. O Buda abriu o olho naquela hora, fez só um olho pano, pegou o pote que tinha água, porque tinha chovido, e falou para o rio que estava descendo: se o caminho do meio é o caminho certo, esse pote vai contra a maré. E soltou o pote no rio. A água que estava dentro do pote começou a girar e começou a subir a maré. Foi aí que ele teve essa conclusão de que o caminho do meio era o caminho certo. Esse foi o segundo milagre dele. O primeiro foi o da naja. Ele estava meditando já há horas e começou a chover. Ele meditava sempre ao ar livre, e a chuva estava atrapalhando ele. Ficava pingando e tal, e ele não conseguia... Quando ele estava se elevando, entrando em contato com o todo, silenciando os pensamentos e estando na presença, que é a forma de iluminação do ser humano, a chuva começou a atrapalhar. Ele entrava no físico de novo e deixava alguns patamares que ele já tinha atingido. Ele estava precisando se iluminar. Ele estava precisando chegar nesse nível mais elevado de consciência. E veio uma naja por trás da coluna dele, foi subindo, foi subindo, foi subindo, e chegou em cima da cabeça dele, e abriu o capelo. E parou de chover nele. Foi a primeira vez que ele se iluminou, foi quando ele entra no estado de consciência mais elevada.

Eron Falbo: [44:02] Ele já cresceu mimado e morreu mimado também. Começou mimado pelos pais, depois pela natureza, pelas cobras.

Matias Mandala: [44:14] Ele tinha essa missão.

Retorno eterno e caminho de Matias (44:16)

Eron Falbo: [44:18] Isso, na verdade, tem a ver com o eterno retorno. É um tema recorrente dentro da mitologia: a gente começa no Jardim do Éden, aí faz merda, aí tem que aprender um monte de merda, entra na sansara no budismo, aí depois sai disso e volta para um novo Jardim do Éden, uma nova versão que seria a Era Messiânica. No judeu-cristianismo, você tem o início em que você é mimado por Deus, e você mora no Jardim do Éden, depois você come o fruto da árvore e entra na mortalidade, aí finalmente você vence a era humana e você volta para o que se chama a era messiânica, ou a era da ressurreição dos mortos, a era dos zumbis que a gente está vivendo hoje em dia, que é a era da galera do fique em casa. Os zumbis, ao invés de estar na rua, tipo Walking Dead, estão em casa. Sem brincadeira, rola essa parada do Eterno Retorno, em toda mitologia tem esse conceito. Eu estava brincando com Buda, sou super íntimo de Buda, chamo ele de Sid. Eu gosto de todas as religiões e aprendo com todas. Dá para ver que você é bem estudado em tudo. A gente está acabando aqui o nosso tempo, eu queria que você falasse um pouco, para a gente não sair sem você se expressar um pouquinho sobre o seu caminho. Eu fico curioso, mas antes de você falar disso, me fala se você tem site, se você tem onde as pessoas podem encontrar escritas suas. O que você expressa?

Matias Mandala: [46:20] Eu acabei de lançar um canal no YouTube chamado Existência Show. É um novo canal e estou focando nele, para justamente passar essas informações. Eu sou xamã, eu incorporo. O Pena Branca é o meu mestre, acabou com o Pena Branca, estou continuando os escritos dele. Ele escreve sobre a teia universal, estou continuando esses escritos. Não é sempre que consigo incorporá-lo, só que estou agora com muita relação com o feminino também. Apareceu, se apresentou quatro dias atrás, uma guru para mim, num sonho. Sempre quando eu bebo e dou uma zoada, ela não aparece.

Eron Falbo: [47:10] Então quer dizer que você bebe e dá uma zoada. Bora se encontrar qualquer dia, beber e dar uma zoada.

Matias Mandala: [47:14] Puxa, quer almoçar?

Eron Falbo: [47:16] A gente tem que levar esse papo para um próximo nível. Infelizmente, a gente só tem uma hora aqui. Acho que um dos amigos seus aqui é TopFabNYC, deve ser um amigo seu, não sei se é amigo ou amiga. Deve ser andrógena, porque é só Fab, né? Não, falou que adoraria escutar um entrevistado que tem coisas bem interessantes pra falar. Eu sofro esse tipo de bullying frequentemente, porque acreditam que isso aqui é pra ser uma entrevista, mas isso aqui na verdade é pra ser uma conversa, e sempre acontece dessa forma, tipo assim, a gente entra numa parada e, porra, nunca imaginaria que o que a gente ia conversar nessa nossa entrevista, entre aspas, nesse nosso episódio, seria sobre, tipo, Monsanto e transgênero. Mas eu acho que a gente foi em sutilezas nesse assunto interessantes, porque acho que muita gente está com essa indagação no mundo: será que o mundo é controlado por um grupo de pessoas? Será que é controlado pelas trevas interior do ser humano, né? Será que é um pouco dos dois, entendeu? E eu acho que, na verdade, é, e a gente não tem resposta certa pra isso. Mas essa conversa foi muito iluminadora. Então, eu queria responder pra TopFabNYC que tamo junto e, porra, eu também queria te ouvir muito mais, só que às vezes a conversa sai assim, sacou?

Matias Mandala: [48:45] Então, não é isso. É bom assim, até para a gente acabar aprendendo um com o outro, né?

Eron Falbo: [48:54] É uma aleatoriedade, sabe? É o que aconteceu, então, assim, os deuses queriam assim, e a gente revelou isso para o mundo agora. Mas então, se você puder falar seus endereços do Instagram, do seu site, para a gente poder te encontrar, e os seus trabalhos, e sobre o que é, o que você está oferecendo para o público?

Matias Mandala: [49:20] No Instagram eu estou com o Matias, M, M de Mandala, Jacobs. No YouTube eu estou com a minha Existência Show, e agora eu vou lançar um curso, um curso de energia, e estou arquitetando um pouco esse material. O meu intuito mesmo é abrir a Caixa de Pandora e revelar esse secreto feminino que está escondido, porque a Era de Aquário é a informação, é um homem nu, diferindo da ânfora, a água. A água é conhecimento. Então, tem muita coisa que está ainda escondida, principalmente do feminino, por isso que tem esse empoderamento. A energia feminina veio antes da masculina. Por mais que o homem tenha surgido antes na Terra, a energia feminina vem antes, porque ela está relacionada ao amor. Tanto que o simbolismo sempre vai ser o feminino primeiro, o yin-yang, por exemplo, é o yin primeiro e depois o yang. É primeiro o baixo-relevo e depois vem o relevo. Estou esquematizando esse material, ainda não está pronto, para lançar no momento certo, porque teve muita informação que, até nos grupos que eu participei e tal, eu falava as informações, o grupo pegava e dizia que eles tinham recebido, que tinham canalizado aquela informação, que não é real. É o que... O Milton fazia muito isso, o meu Carlos Milton, ele pegava as informações dos alunos e falava: "Ó, aí está a..."

Numerologia de Tesla e despedida (50:25)

Eron Falbo: [51:04] Nova teoria que eu criei.

Matias Mandala: [51:06] Na realidade, foi o aluno. Então, tem que esquematizar tudo.

Eron Falbo: [51:10] Toma sério, você tem que fazer isso muito também. O Tesla, muita coisa do Tesla.

Matias Mandala: [51:15] Total, total. E ele é um gênio, ele é um gênio. Foi bem engraçado você comentar ele, porque o 4, 3, 2, a gente remete ao Tesla, que diz que tudo é controlado pelo 3, 6 e 9. Se a gente somar 4 mais 3 mais 2, dá 9. E tudo na vida, na frequência, frequencialmente, é controlado pelo 3, 6 e 9. E o Tesla que teve esse insight aí na vida.

Eron Falbo: [51:45] Valeu, então é isso, você divulgou aí tudo que você tinha que divulgar. O endereço do seu site você não falou? Ah, no YouTube você falou, tá no YouTube.

Matias Mandala: [51:55] Eu tenho Facebook, mas eu tenho que alimentar lá o Facebook.

Eron Falbo: [51:57] Ah, beleza. Não, mas no YouTube. Então, o principal é Matias Jacobs, né? Matias é M, né?

Matias Mandala: [52:05] M Jacobs.

Eron Falbo: [52:07] Você sabe que o Matias Jacobs tem três nomes, né? Ah, é? E o YouTube é silencioso, né? Ah, é?

Matias Mandala: [52:14] Você já fez essa?

Eron Falbo: [52:15] Não sabia? Helena Petrovna Blavatsky. Olha, caramba! Tem N... Matherson, como é, alguma coisa P. Matherson, não é? John P., sei lá, sei o quê. Tem vários ocultistas assim que têm a letra no meio, né? O Jorge Ângelo Evraque, que inventou a Nova Acrópole, também, que é o sucessor da Helena Blavatsky. Bom, mas você tá no caminho certo aí, né?

Matias Mandala: [52:46] Eu até gosto de escrever, isso é uma viagem minha, mas eu acho que deu mandala só com o M maiúsculo, porque a vida vem do centro. Por isso que eu boto até no meio mandala, que a vida sempre vem do centro. Ela brota do centro e vai se expandindo, se propagando.

Eron Falbo: [53:07] Botifer, deixa eu ver aqui só as últimas coisas. Existência Show. Matemática e Metafísica, bora falar sobre isso, por favor. Não dá tempo.

Matias Mandala: [53:18] Ah, tem muita coisa quântica. Se a gente quiser, a gente pode fazer uma parte dois, porque tem a parte quântica.

Eron Falbo: [53:22] Bora fazer, tem muita coisa. Primeiro, bora beber junto. Eu ia te oferecer pra gente tomar aquela psilocibina, pra gente tomar hoje aqui um pouquinho de cogumelo e ver hoje. Na próxima vez, bora. Eu tenho um monte aqui, eu tenho ayahuasca na geladeira, pô.

Matias Mandala: [53:42] É mesmo? Caramba, isso daí é pra poucos, hein? A gente chama, quando a gente tem a Ayahuasca, a gente chama de guardião. Quando a gente tem a permissão de ter, né?

Eron Falbo: [53:54] Então, eu combino com você vir pra cá e a gente tomar Ayahuasca e fazer uma transmissão?

Matias Mandala: [54:00] Amaria, é uma ideia. Bora?

Eron Falbo: [54:03] Total. Então, cara, Matias, eu queria te agradecer muito pela sua presença hoje aqui. Foi o que tinha que ser, foi maravilhoso. A gente acha que vai inspirar muita gente que precisava do que a gente tinha que falar. E é isso, cara. Vamos fazer outros.

Matias Mandala: [54:24] Valeu, Pili. Temos muita informação para passar. E até uma coisa importante para as pessoas ficarem na mente é da afirmação, de a gente não negar as coisas. Se a gente nega qualquer coisa, a gente já está afirmando. Por exemplo, até você comentou de Bolsonaro: se a gente fala 'ele não' ou qualquer coisa, a gente sempre vai estar afirmando. O universo vai ouvir 'ele sim' de qualquer coisa, de qualquer pensamento. Eu não quero pensar na minha ex, pô, já pensou. Então, isso... E outro assunto que você também comentou, da gente criar nossa realidade. Isso se chama Law of Assumption, Lei da Assunção. Então quem também tiver interesse de pesquisar a Lei da Assunção: ela determina a nossa própria realidade, que nem você comentou. O que a gente pensa, tudo é magnetismo.

Eron Falbo: [55:20] Total, cara.

Matias Mandala: [55:22] Obrigadão.

Eron Falbo: [55:23] É isso. Beijão. Beijo a todos aí. Obrigado por participar.

Matias Mandala: [55:26] Valeu, gratidão, gratidão, meu irmão. Até breve.

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